G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Em 2022, no Espírito Santo, foram eleitos 10 deputados federais. As maiores bancadas foram as do PP, do REPUBLICANOS, do PT e do PODE, com 2 cada. A maior votação foi de Helder Salomão (PT), com 120.337 votos (5,77% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 208.443 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 42.640: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
10 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 6 partidos. A cadeira é aproximadamente ~208.443 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 10 cadeiras, 3 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 7 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
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Mostrando 185 de 185. O número à esquerda é a posição na votação.