G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Em 2022, no Distrito Federal, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do REPUBLICANOS (3). A maior votação foi de Bia Kicis (PL), com 214.733 votos (13,36% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 200.940 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 20.923: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 5 partidos. A cadeira é aproximadamente ~200.940 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 8 cadeiras, 3 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 5 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
2 candidaturas desta lista tiveram a votação apurada pelo TSE fora do total de votos válidos: é assim que o TSE publica a votação de candidatura cujo registro não constava como deferido nos dados do TSE. A decisão pode ter mudado depois, e daqui não há como saber. Elas aparecem com os votos, porque os votos existiram, e sem percentual, porque essas votações não estão no denominador. É também por isso que os percentuais das demais não somam 100%.
Mostrando 197 de 197. O número à esquerda é a posição na votação.
Em 2025 o STF decidiu que a regra que fixou em 2024 para as sobras (a última rodada aberta a todos os partidos e candidatos) vale também para a eleição de 2022. Com a retotalização, a Câmara declarou em 30 de julho de 2025 a perda de mandato de Gilvan Máximo (Republicanos) e deu posse a Rodrigo Rollemberg (PSB). A lista abaixo é a totalização original publicada pelo TSE, que é a que a base oficial traz.