Deputado Federal · 1998

Trocar de eleição: ano e cargo

Ano da eleição

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

GCargo em 1998

Em 1998, no Acre, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do PFL (3). A maior votação foi de Marcos Afonso (PT), com 21.556 votos (10,44% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 25.814 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 5.477: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.

Aptos318.955
Compareceram239.695
Abstenções79.260
Brancos15.242
Nulos17.938
Válidos206.515

Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.

8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 5 partidos. A cadeira é aproximadamente ~25.814 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).

PFLPartido da Frente Liberal337,50%
69.610 nominais
PTPartido dos Trabalhadores225,00%
39.090 nominais
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro112,50%
26.417 nominais
PPBPartido Progressista Brasileiro112,50%
23.923 nominais
PDTPartido Democrático Trabalhista112,50%
7.969 nominais

Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.

Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.

Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)

Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.

PFLPartido da Frente Liberal69.6103 cadeiras
69.610 nominais · 2,7 quocientes
PTPartido dos Trabalhadores39.0902 cadeiras
39.090 nominais · 1,5 quociente
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro26.4171 cadeira
26.417 nominais · 1,0 quociente
PPBPartido Progressista Brasileiro23.9231 cadeira
23.923 nominais · 0,9 quociente
PSDB9.348sem cadeira
9.348 nominais · 0,4 quociente
PDTPartido Democrático Trabalhista7.9691 cadeira
7.969 nominais · 0,3 quociente
PC do B1.477sem cadeira
1.477 nominais · 0,1 quociente
PSB567sem cadeira
567 nominais · 0,0 quociente
PRONA487sem cadeira
487 nominais · 0,0 quociente
PL349sem cadeira
349 nominais · 0,0 quociente
PT do B219sem cadeira
219 nominais · 0,0 quociente
PMN93sem cadeira
93 nominais · 0,0 quociente
PSTU17sem cadeira
17 nominais · 0,0 quociente
Eleição Geral1998Deputado FederalAcre (AC)

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Mostrando 51 de 51. O número à esquerda é a posição na votação.

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@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885