G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Em 1994, em Santa Catarina, foram eleitos 16 deputados federais. A maior bancada foi a do PMDB (5). A maior votação foi de Luiz Henrique da Silveira (PMDB), com 99.518 votos. O quociente eleitoral foi de cerca de 96.333 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 24.610: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
O TSE não publicou votos válidos nem nulos em 1994, então o percentual sobre válidos não é exibido.
16 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 5 partidos. A cadeira é aproximadamente ~96.333 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
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Mostrando 64 de 64. O número à esquerda é a posição na votação.