Em 1934, em Minas Gerais, foram eleitos 38 deputados federais. A maior votação foi de Juscelino Kubitschek de Oliveira, com 252.851 votos (1,79% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 135.891 votos.
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59Abgard Renault131.5360,93%
27Adelio Dias Maciel236.7501,68%
47Afranio de Mello Franco137.8080,98%
33Aleixo Paraguassú232.3671,65%
56Alfredo M. de Lima Castello Branco134.0820,95%
67Americo de Mendonça Scotti129.4990,92%
26Anthero de Andrade Botelho237.2321,68%
69Anthero Rodrigues Chaves128.8480,91%
8Antonio Carlos Ribeiro de Andrada250.6011,78%
75Antonio Francisco Silva Leal Junior127.6840,91%
76Arthur Bernardes Filho—
46Arthur da Silva Bernardes138.1990,98%
2Augusto das Chagas Viegas252.8071,79%
54Augusto Mario Caldeira Brant135.0780,96%
31Belmiro de Medeiros Silva233.4521,65%
53Caetano de Vasconcellos135.5720,96%
61Camillo Rodrigues Chaves130.9280,93%
60Carlos Accioly de Sá131.4550,93%
3Carlos Coimbra da Luz252.4191,79%
11Celso Porfirio Machado249.6241,77%
44Christiano Monteiro Machado139.5290,99%
13Clemente Medrado247.8841,76%
66Constantino Palleta129.5630,92%
41Daniel Serapião de Carvalho142.5331,01%
32Dario de Almeida Magalhães233.1551,65%
30Delfim Moreira Junior234.8221,66%
50Djalma Pinheiro Chagas136.9050,97%
73Edgard da Veiga Leon128.2440,91%
68Eduardo Campos do Amaral129.4670,92%
51Francisco Duque de Mesquita136.6050,97%
6Francisco Negrão de Lima250.6971,78%
36Francisco Peixoto Soares de Moura216.8771,54%
15Gabriel de Rezende Passos246.8441,75%
71Garibaldi Castro de Mello128.6070,91%
55João Eunapio Borges134.9420,96%
70João Gomes Teixeira128.6130,91%
25João Henrique Sampaio Vieira da Silva237.9891,69%
29João Jacques Montandon235.0691,67%
16João Nogueira Penido245.7921,74%
24João Rezende Tostes239.4161,70%
64João Sebastião Ribeiro de Azevedo129.6700,92%
19João Tavares Correa Beraldo243.6421,73%
40Joaquim Furtado de Menezes143.3141,02%
18José Bernardino Alves Junior244.8301,74%
17José Braz Pereira Gomes244.9831,74%
62José Carlos Campos Christo130.5400,93%
42José Carneiro de Rezende141.5581,00%
65José de Souza Soares129.6220,92%
43José Francisco Bias Fortes141.2921,00%
7José Maria de Alkimim250.6441,78%
14José Monteiro Ribeiro Junqueira247.8631,76%
58José Sizenando Teixeira132.0050,94%
5José Vieira Marques251.2801,78%
28Julio Bueno Brandão Filho235.8711,67%
1Juscelino Kubitschek de Oliveira252.8511,79%
37Leopoldo Laborne Valle216.8491,54%
52Levindo Eduardo Coelho135.8910,96%
34Licurgo Leite229.8311,63%
12Luiz Martins Soares249.3531,77%
72Mozart Furtado Nunes128.5780,91%
49Nelson Coelho de Senna136.9480,97%
9Noraldino Lima250.4731,78%
74Numinato de Paiva Duque127.9890,91%
57Octavio Campos do Amaral132.3560,94%
10Pedro Aleixo250.2801,77%
21Pedro da Matta Machado242.0651,72%
35Pedro Dutra Nieacio Netto220.7221,56%
45Pedro Macario de Almeida138.8010,98%
39Polycarpo de Magalhães Viotti144.1121,02%
20Raul de Norronha Sá242.7221,72%
23Simão da Cunha Pereira240.8641,71%
63Soter Ramos Couto130.1300,92%
22Theodomiro Carneiro Santiago240.9221,71%
48Virgilio Alvim de Mello Franco137.5850,98%
4Waldomiro de Barros Magalhães251.8261,78%
38Washington Ferreira Pires210.5591,49%
Mostrando 76 de 76. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.