Em 1934, em Pernambuco, foram eleitos 19 deputados federais. A maior votação foi de Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho, com 55.790 votos (3,32% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 17.418 votos.
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1Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho55.7903,32%
2Antônio de Goes Cavalcanti55.3273,29%
3Mario Domingues da Silva54.9553,27%
4Arnaldo Olyntho Bastos54.7363,26%
5Domingos Marques Vieira54.6093,25%
6Arthur Cavalcanti de Albuquerque54.2823,23%
7Heitor da Silva Maia54.2363,23%
8Edgard Teixeira Leite54.1303,22%
9Oswaldo Cavalcanti da Costa Lima53.8533,20%
10Humberto Salles de Moura Ferreira53.6453,19%
11Adolpho Simões Barbosa53.2763,17%
12Severino Barbosa Mariz53.0653,16%
13Adolpho Celso Uchôa Cavalcanti52.9703,15%
14Osório Borba52.6203,13%
15Jarbas Peixoto52.5603,13%
16Arthur de Sousa Marinho52.0603,10%
17Antônio Gonçalves de Lima51.8193,08%
18Alfredo de Arruda Camara51.6793,07%
19Nylo Dornellas Câmara51.0593,04%
20Paulo Cavalcanti de Amorim Salgado18.0741,08%
21Fileno de Miranda17.6091,05%
22Sebastião do Rego Barros17.5901,05%
23Alde de Feijó Sampaio17.4711,04%
24Annibal Gonçalves Fernandes17.4661,04%
25João Cleophas de Oliveira17.4301,04%
26Eurico de Souza Leão17.4181,04%
27Joaquim Arruda Falcão17.2491,03%
28Joaquim de Arruda Falcão17.2491,03%
29Antônio Vicente Pereira de Andrade17.2471,03%
30Joaquim Dias Bandeira de Mello17.1101,02%
31Maviael do Prado Sampaio17.0751,02%
32João Paes de Carvalho Barros17.0321,01%
33Antônio José da Costa Ribeiro17.0281,01%
34João Alberto Lins de Barros16.8301,00%
35Abgar Soriano de Oliveira16.7491,00%
36Francisco Barreto Rodrigues Campello16.6670,99%
37Luis Gonzaga de Albuquerque Maranhão16.3750,97%
38José Rufino Bezerra Cavalcanti16.0840,96%
39Augusto Cavalcanti de Albuquerque16.0400,95%
40Antônio de Novaes Filho15.8010,94%
41José Marianno Carneiro da Cunha Filho15.7800,94%
42Domingos da Silva Ferreira15.4610,92%
43Júlio Celso de Albuquerque Bello15.1210,90%
44Luis Cedro Carneiro Leão15.1130,90%
45Joaquim da Costa Carvalho15.0630,90%
46Francisco da Costa Maia15.0310,89%
47Júlio Fernandino de Barros Mello15.0300,89%
48Humberto Guedes Gondim14.9550,89%
49Luis Sebastião Guedes Alcoforado14.6810,87%
50Thomaz Lins Caldas Filho14.6680,87%
51Marcos Evangelista da Gosta Villela14.5340,86%
52José Pacifico Pereira14.4890,86%
53Manoel Clementino Cavalcanti de Albuquerque14.4420,86%
54Francisco Solano Carneiro da Cunha14.2170,85%
55Severiano de Oliveira Cavalcanti13.8860,83%
56Francisco Correia de Oliveira Andrade Lyra13.7100,82%
57Manoel Alexandrino da Rocha13.6570,81%
58Manoel Xavier Carneiro Pessoa13.6500,81%
59Christiano Coutinho Cordeiro2.1930,13%
60Abisidio Vespasiano2.1320,13%
61José Albino Ferreira Miranda2.1250,13%
62Arthur Julião Pacheco de Albuquerque2.1220,13%
63Alexandre Gomes da Fonseca2.1200,13%
64Glauco de Albuquerque Pinheiro de Menezes2.1200,13%
65Onildo Erasmo Pires Ramos2.1200,13%
66José Tobias Filho2.1190,13%
67Raymundo Carlos da Cruz2.1190,13%
68Jacintho Arco-Iris Caldas2.1180,13%
69Theophilo Jurema de Andrade2.1160,13%
70Eugenio Donato da Cunha2.1140,13%
71Otoniel de Barros Freire2.1130,13%
72Antonio Francelino dos Santos2.1120,13%
73Alvaro Gomes de Mattos2.1110,13%
74João José de Souza2.1110,13%
75José Nascimento de Barros2.1110,13%
76Antonio Pantaleão da Silva2.1080,13%
77Abdias Pereira da Silva2.0170,12%
78Pedro Hypolito de Mello Cahú1.0780,06%
79Antonio Muniz de Farias9160,05%
80Cesar de Barros Barreto4880,03%
81João de Deus de Oliveira Dias1960,01%
82Murillo Humberto de Barros Guimarães1790,01%
83Francisca Pereira Ponce de Leon144<0,01%
84Torquato da Silva Castro131<0,01%
85Luis Ferreira dos Santos106<0,01%
86Antonio Correia de Araujo4<0,01%
87José Tavares de Albuquerque3<0,01%
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.