Em 1933, em São Paulo, foram eleitos 22 deputados constituintes. A maior votação foi de Plinio Correia de Oliveira, com 24.017 votos (10,22% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 1.117 votos.
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13Abelardo Vergueiro CesarELEITO5.9932,55%
46Affonso José Gonçalves FragaSUPLENTE5700,24%
37Alceu de AssisSUPLENTE2.0450,87%
58Americo Brasiliense Antunes de Moura—
34Antonio Alves PassigSUPLENTE2.6391,12%
25Antonio Augusto CovelloELEITO4.6721,99%
6Antonio Augusto de Barros PenteadoELEITO7.7313,29%
30Antonio Bento VidalSUPLENTE3.1351,33%
22Antonio Carlos de Abreu SodréELEITO4.8772,07%
59Antonio de Noronha Miragaia—
60Antonio Ezequiel Feliciano da Silva—
53Antonio Gama RodriguesSUPLENTE1640,07%
63Arlindo Veiga dos Santos—
64Ary José de Souza Carvalho—
44Athos RibeiroSUPLENTE8890,38%
33Caio SimoesSUPLENTE2.6471,13%
51Carlos Alves de Oliveira Guimarães JuniorSUPLENTE3020,13%
35Carlos Castilho CabralSUPLENTE2.5411,08%
9Carlos de Moraes AndradeELEITO6.2132,64%
19Carlota Pereira de QueirozELEITO5.2232,22%
23Celso VieiraSUPLENTE4.8382,06%
50Christiano Stockler das NevesSUPLENTE3220,14%
18Cincinato Cesar da Silva BragaELEITO5.5612,37%
52Edison Leite de MoraesSUPLENTE2230,09%
49Francisco Ferreira RamosSUPLENTE3260,14%
11Francisco Giraldes FilhoSUPLENTE6.0772,58%
71Francisco Glycerio de Freitas—
72Francisco Octaviano da Silveira—
73Francisco Xavier Galvão de Moura Lacerda—
38Frederico Virmond de Lacerda WerneckELEITO1.9160,81%
24Guaracy SilveiraELEITO4.7662,03%
17Henrique Smith BaymaSUPLENTE5.5902,38%
76João Augusto de Toledo—
32João Baptista PereiraSUPLENTE2.8011,19%
39João Brasiliense Leal da CostaSUPLENTE1.7910,76%
8João Domingues SampaioSUPLENTE6.7432,87%
80Joaquim Caetano Leal Sardinha—
29Joaquim Guilherme Moreira PortoSUPLENTE3.5571,51%
16Jorge AmericanoELEITO5.6982,42%
41José Benedicto Nino do AmaralSUPLENTE1.2160,52%
3José Carlos de Macedo SoaresELEITO12.2765,22%
2José de Alcantara Machado de OliveiraELEITO12.4835,31%
10José de Almeida CamargoSUPLENTE6.0982,59%
84José dos Passos da Silva e Cunha—
20José Joaquim Cardoso de Mello NetoSUPLENTE5.1472,19%
27José Manoel de Azevedo MarquesELEITO3.9611,68%
85José Pires Pimentel D'Oliveira Junior—
48José Ribeiro de BarrosSUPLENTE3280,14%
31José Ulpiano Pinto de SouzaELEITO3.1201,33%
86Jovelino Moraes de Camargo Junior—
43Lino de Moares LemeELEITO1.1170,48%
56Luiz Vieira de MelloSUPLENTE260,01%
15Manoel Hypolito do RegoELEITO5.7092,43%
88Manoel Mendes de Moraes—
89Mario de Sampaio Ferraz—
12Mario WhatellyELEITO6.0102,56%
91Nelson Tabajara de Oliveira—
92Nicolau Soares de Couto Esher—
40Nuncio Soares da SilvaSUPLENTE1.2600,54%
94Octavio Pinheiro Brisola—
28Olympio Ferraz de CarvalhoSUPLENTE3.7221,58%
5Oscar Rodrigues AlvesELEITO9.8784,20%
55Pedro Conceição Serra NegraSUPLENTE330,01%
36Pedro de Alcantara TocciSUPLENTE2.2310,95%
96Pedro Thomaz de Paula de Oliveira—
45Pedro Voss FilhoSUPLENTE6770,29%
1Plinio Correia de OliveiraELEITO24.01710,22%
26Raphael de Abreu Sampaio VidalSUPLENTE4.4621,90%
42Raul FurquimSUPLENTE1.1310,48%
57Salvador de Toledo Piza e AlmeidaSUPLENTE16<0,01%
99Sebastiao Vieira Carvalho—
47Sylvio MarquesSUPLENTE4690,20%
21Theodolindo CastiglioniSUPLENTE4.8822,08%
4Theotonio Monteiro de Barros FilhoELEITO11.8165,03%
54Virgilio de AraujoSUPLENTE580,02%
7Waldomiro SilveiraELEITO7.2693,09%
14Zoroastro GouveiaELEITO5.8332,48%
Mostrando 101 de 101. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.