Em 1933, na Bahia, foram eleitos 22 deputados constituintes. A maior votação foi de José Joaquim Seabra, com 3.150 votos (23,16% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 10 votos.
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36Affonso de Castro RebelloSUPLENTE550,40%
40Afranio PeixotoSUPLENTE160,12%
46Alcebiades de Oliveira Brasil—
33Alfredo Pereira MascarenhasELEITO750,55%
12Aloysio de Carvalho FilhoELEITO2511,85%
32Alvaro Campos de CarvalhoSUPLENTE780,57%
47Americo Brasilio Silvado—
5Antonio de Garcia Medeiros NettoELEITO7475,49%
19Antonio Gonçalves da Cunha e SilvaSUPLENTE1881,38%
48Antonio Joaquim de Souza Carneiro—
11Antonio Moniz Sodré de AragãoSUPLENTE2832,08%
49Antonio Rodrigues de Souza—
38Archimedes Siqueira GonçalvesSUPLENTE320,24%
4Arlindo Baptista LeoniELEITO8976,60%
34Arnold SilvaELEITO730,54%
20Arthur Negreiros FalcãoELEITO1871,38%
9Arthur NeivaELEITO3572,63%
14Attila Barreira do AmaralELEITO2061,51%
28Aurelio Rodrigues ViannaSUPLENTE1000,74%
21Carlos Arthur da Silva LeitãoSUPLENTE1591,17%
51Carlos Gonçalves Fernandes Ribeiro—
35Clemente Mariano BittencourtELEITO560,41%
24Crescencio LacerdaSUPLENTE1270,93%
31Demetrio Cyriaco Ferreira TourinhoSUPLENTE830,61%
52Durval Dionisio da Silva—
54Durval Tavares da Gama—
26Edgard Ribeiro SanchesELEITO1200,88%
15Edith Mendes da Gama AbreuSUPLENTE1991,46%
56Egnaldo Vieira da Silva—
42Ernesto de Sá Bittencourt CâmaraSUPLENTE110,08%
18Euvaldo Diniz GonçalvesSUPLENTE1891,39%
13Francisco Magalhães NettoELEITO2201,62%
30Francisco Prisco de Souza ParaizoELEITO890,65%
37Francisco RochaELEITO500,37%
29Francisco Xavier Ferreira MarquesSUPLENTE990,73%
8Gileno AmadoELEITO3762,76%
43Homero PiresELEITO110,08%
57Humberto Vicente Vianna—
27Jayme Tourinho Junqueira AyresSUPLENTE1150,85%
25João Americo Garcez FroesSUPLENTE1220,90%
2João MangabeiraSUPLENTE1.66112,21%
7João Marques dos ReisELEITO5474,02%
6João Pacheco de OliveiraELEITO7115,23%
58José Joaquim de Souza Carneiro—
1José Joaquim SeabraELEITO3.15023,16%
39Lauro PassosELEITO250,18%
60Luiz Gonzaga de Souza Goes—
62Manoel da Silva Galvão—
63Manoel Daltro Bandeira Franca—
23Manoel NovaesELEITO1330,98%
44Manoel Paulo Telles de Mattos FilhoELEITO100,07%
10Manuel Leoncio GalrãoELEITO2872,11%
64Mario Carvalho da Silva Leal—
65Mario Monteiro de Almeida—
16Nelson XavierSUPLENTE1951,43%
3Nestor Duarte GuimaraesSUPLENTE9577,04%
41Pedro Calmon Moniz de BittencourtSUPLENTE160,12%
17Rogerio Gordilho de FariaSUPLENTE1901,40%
22Ruy Penalva de FariaSUPLENTE1471,08%
67Silvino Bandeira de Mello—
Mostrando 67 de 67. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.