Em 1933, em São Paulo, foram eleitos 22 deputados constituintes. A maior votação foi de José Ulpiano Pinto de Souza, com 176.318 votos (3,49% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 36.934 votos.
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11Abelardo Vergueiro Cesar171.4113,39%
52Affonso José Gonçalves Fraga33.1190,66%
54Alceu de Assis32.8650,65%
58Americo Brasiliense Antunes de Moura—
38Antonio Alves Passig36.8900,73%
26Antonio Augusto Covello38.4950,76%
14Antonio Augusto de Barros Penteado170.9393,38%
49Antonio Bento Vidal33.6810,67%
15Antonio Carlos de Abreu Sodré170.8153,38%
59Antonio de Noronha Miragaia—
60Antonio Ezequiel Feliciano da Silva—
40Antonio Gama Rodrigues36.8260,73%
63Arlindo Veiga dos Santos—
64Ary José de Souza Carvalho—
30Athos Ribeiro37.8210,75%
51Carlos Alves de Oliveira Guimarães Junior33.2020,66%
32Carlos Castilho Cabral37.2780,74%
4Carlos de Moraes Andrade175.0853,46%
8Carlota Pereira de Queiroz174.8133,46%
45Celso Vieira35.6290,70%
27Christiano Stockler das Neves38.2360,76%
5Cincinato Cesar da Silva Braga175.0503,46%
55Edison Leite de Moraes32.5710,64%
42Francisco Ferreira Ramos36.0840,71%
28Francisco Giraldes Filho38.2000,76%
71Francisco Glycerio de Freitas—
72Francisco Octaviano da Silveira—
73Francisco Xavier Galvão de Moura Lacerda—
25Frederico Virmond de Lacerda Werneck38.5090,76%
23Guaracy Silveira40.0070,79%
19Henrique Smith Bayma170.6093,38%
76João Augusto de Toledo—
48João Baptista Pereira33.8040,67%
56João Brasiliense Leal da Costa32.3030,64%
22João Domingues Sampaio169.1403,35%
80Joaquim Caetano Leal Sardinha—
33Joaquim Guilherme Moreira Porto37.2710,74%
2Jorge Americano176.0263,48%
39José Benedicto Nino do Amaral36.8470,73%
16José Carlos de Macedo Soares170.7323,38%
3José de Alcantara Machado de Oliveira175.1603,47%
18José de Almeida Camargo170.6983,38%
84José dos Passos da Silva e Cunha—
17José Joaquim Cardoso de Mello Neto170.7223,38%
10José Manoel de Azevedo Marques172.4713,41%
85José Pires Pimentel D'Oliveira Junior—
53José Ribeiro de Barros32.9510,65%
1José Ulpiano Pinto de Souza176.3183,49%
86Jovelino Moraes de Camargo Junior—
37Lino de Moares Leme36.9340,73%
41Luiz Vieira de Mello36.5470,72%
12Manoel Hypolito do Rego171.2893,39%
88Manoel Mendes de Moraes—
89Mario de Sampaio Ferraz—
13Mario Whatelly171.1393,39%
91Nelson Tabajara de Oliveira—
92Nicolau Soares de Couto Esher—
35Nuncio Soares da Silva37.2500,74%
94Octavio Pinheiro Brisola—
31Olympio Ferraz de Carvalho37.6850,75%
7Oscar Rodrigues Alves174.9503,46%
57Pedro Conceição Serra Negra31.7850,63%
29Pedro de Alcantara Tocci37.8420,75%
96Pedro Thomaz de Paula de Oliveira—
36Pedro Voss Filho37.1390,73%
20Plinio Correia de Oliveira170.5493,37%
21Raphael de Abreu Sampaio Vidal169.3473,35%
46Raul Furquim34.6290,69%
47Salvador de Toledo Piza e Almeida34.1900,68%
99Sebastiao Vieira Carvalho—
34Sylvio Marques37.2660,74%
43Theodolindo Castiglioni35.6460,71%
9Theotonio Monteiro de Barros Filho174.7303,46%
50Virgilio de Araujo33.4110,66%
6Waldomiro Silveira175.0013,46%
24Zoroastro Gouveia38.5710,76%
Mostrando 101 de 101. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.