Em 1934, em Sergipe, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior votação foi de José Rodrigues da Costa Doria, com 18.227 votos (47,93% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 1 votos.
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1José Rodrigues da Costa Doria18.22747,93%
Eleito
2Manoel Dias Rollemberg1.8584,89%
Eleito
3Adroaldo Campos1.5734,14%
Eleito
4Orlando de Calazans Ribeiro1.5003,94%
Eleito
5José Barreto Filho1.4323,77%
Eleito
6Manoel de Carvalho Barroso1.3743,61%
Eleito
7Quintina Diniz de Oliveira Ribeiro1.3563,57%
Eleito
8Othoniel da Fonseca Doria1.3383,52%
Eleito
9Godofredo Diniz Gonçalves1.3043,43%
Eleito
10Mecenas do Prado Pinto Peixoto1.2273,23%
Suplente
11Manoel Vieira dos Santos1.1523,03%
Suplente
12Clodoaldo Vieira Passos1.1443,01%
Suplente
13Orlando Vieira Dantas1.1423,00%
Suplente
14Francisco de Souza Porto1.0372,73%
Suplente
15Cloves de Faro Rollemberg1.0362,72%
Suplente
16Zozimo Lima7952,09%
Suplente
17Alfredo Rodrigues Lucas1280,34%
18João Gama da Silva930,24%
19Pedro Amado820,22%
Eleito
21Carlos dos Santos Corrêa330,09%
Eleito
22Antonio Manoel de Carvalho Netto310,08%
Eleito
23Alcino Fernandes de Barros140,04%
Suplente
24Marcos Ferreira140,04%
Suplente
25Hercilio Porphirio de Britto130,03%
Suplente
26Gentil Tavares da Motta90,02%
Eleito
27Moacir Sobral Barreto60,02%
Eleito
28Oseas da Silva Britto60,02%
29Francisco de Araújo Macedo3<0,01%
Suplente
30Francisco Leite Netto3<0,01%
Eleito
31Gonçalo Rollemberg Leite3<0,01%
Suplente
32Hormindo Menezes3<0,01%
Suplente
33Nirceu Dantas3<0,01%
Eleito
34Luiz Garcia2<0,01%
Eleito
35Pedro Diniz Gonçalves Filho2<0,01%
Eleito
36Theophilo de Freitas Barreto2<0,01%
Eleito
37Alberto Bragança de Azevedo1<0,01%
Suplente
38Alfredo Rollemberg Leite1<0,01%
Eleito
39Clovis Fontes Cardoso1<0,01%
Suplente
40Edgard Britto1<0,01%
Suplente
41Manoel de Carvalho Nobre1<0,01%
Eleito
42Osmario do Prado Leite1<0,01%
43Pedro Freire de Carvalho1<0,01%
Suplente
44Pedro Soares1<0,01%
Suplente
45Adalgizo Tavares de Souza—
46Adolpho Barbosa Góes—
Suplente
47Alfredo Pinto Teixeira—
48Alvaro de Oliveira Sampaio—
Suplente
50Anchises Ferreira—
Suplente
52Antonio Ferreira de Carvalho—
Suplente
53Antonio Joaquim de Magalhães—
54Antonio Romano da Rocha Mendonça—
Suplente
57Armando Barreto de Menezes—
Suplente
58Arnaldo Rollemberg Garcez—
Eleito
63Esperidião Noronha—
Eleito
64Felix da Motta Cabral—
Suplente
65Francisco Moreira de Souza—
Suplente
66Francisco Nobre de Lacerda Filho—
Eleito
67Francisco Vasconcellos Prado—
Suplente
69Gonçalo Diniz de Faro Dantas—
Suplente
70Honorino Ferreira Leite—
Suplente
72Jacyntho de Figueiredo—
73João Batista de Oliveira—
74João de Deus da Rocha—
Suplente
75João Fonseca de Santana—
76João Francisco de Souza—
Suplente
77João Pinto de Mendonça—
Suplente
79João Vieira de Aquino—
Suplente
80João Villanova de Farias—
Suplente
82José Alves de Souza Rosa—
85José Marcellino Prata—
Suplente
86José Nunes da Silva—
Suplente
87José Onias de Carvalho—
Suplente
88José Ribeiro do Bomfim—
Eleito
89José Ribeiro dos Santos—
Suplente
91José Sebrão de Carvalho—
Eleito
94Luiz Simões de Oliveira—
Eleito
95Manoel de Avila Nabuco—
Eleito
98Miguel Monteiro Barbosa—
Eleito
99Nelson de Freitas Garcez—
Eleito
100Nicolau Mandarino Filho—
101Octavio Aragão—
Suplente
102Odilon Lima Falconere—
105Pedro Pantaleão de Souza—
Suplente
106Robustiano da Silveira Góes—
Suplente
107Rosalvo Oliveira Silva—
108Rosalvo Wynne Queiroz—
109Sylvio Teixera—
Suplente
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.