Em 1934, em Minas Gerais, foram eleitos 48 deputados estaduais. A maior votação foi de Ovidio João Paulo de Andrade, com 20.845 votos (11,03% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 8.411 votos.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
1Ovidio João Paulo de Andrade20.84511,03%
Eleito
2Afranio de Mello Franco15.2508,07%
Eleito
3Paulo Pinheiro Chagas14.0017,41%
Eleito
4Antonio Benedicto Valladares12.4966,61%
Eleito
5Jorge Carone11.0795,86%
Eleito
6Arthur da Silva Bernardes10.2245,41%
Eleito
7Gastão de Oliveira Coimbra9.4885,02%
Eleito
8Olavo Bilac Pinto8.9334,73%
Eleito
9Felipe Balbi8.8364,68%
Eleito
10Alberto José Alves8.7944,65%
Eleito
11José Bonifacio Lafayette de Andrada8.7834,65%
Eleito
12José Rezende Ferraz8.7734,64%
Eleito
13Manoel Ignacio Peixoto8.7284,62%
Eleito
14Antonio Augusto Junqueira8.7044,61%
Eleito
15Arthur Tiburcio Ribeiro8.6264,57%
Eleito
16José Rodrigues Seabra8.5114,50%
Eleito
17Padre Synpbronio Augusto de Castro8.4584,48%
Eleito
18João Edmundo Caldeira Brant8.4114,45%
Eleito
20Adolpho de Oliveira Portella—
Eleito
21Agostinho de Souza—
Eleito
22Alcino de Paula Salazar—
Suplente
23Alfredo Soares de Lima—
Eleito
24Alipio de Araújo Silva—
Suplente
25Alipio Fernandes—
Suplente
26Aloizio Leite Guimarães—
Eleito
27Alonso Marques Ferreira—
Suplente
28Antenor Ferreira Marques—
Suplente
29Antonio Amador Alvares da Silva—
Eleito
30Antonio Camilo de Faria Alvim—
Eleito
31Antonio de Freitas Carvalho—
Suplente
32Antonio de Oliveira Guimarães—
Suplente
33Antonio de Paiva Cardoso Junior—
Suplente
34Antonio Gomes Barbosa—
Suplente
35Aristides Ferreira de Mello—
Suplente
36Ary Teixeira da Costa—
Eleito
37Astramiro Oliveira Soares—
Suplente
38Aureliano Augusto de Assis Toledo—
Suplente
39Cordovil Pinto Coelho—
Suplente
40Domingos Ferreira Martins—
Eleito
41Dorinato de Oliveira Lima—
Eleito
42Edson Alvares da Silva—
Eleito
43Eliseu Laborne e Valle—
Eleito
44Emilio Soares de Oliveira—
Suplente
45Euclydes Golçalves Mendonça—
Suplente
47Feliciano de Oliveira Penna—
Suplente
48Francisco de Oliveira Lessa—
Suplente
49Guilherme de Oliveira Ferreira—
Eleito
50Honorio de Paiva Abreu—
Suplente
51Hugo Furquim Werneck—
Eleito
52Ignacio Luiz da Silva Thomé—
Suplente
53Jacy Figueiredo—
Suplente
54Jayme Pinheiro de Almeida—
Suplente
55Jefferson de Oliveira—
Eleito
56João Braz da Costa Val—
Suplente
57João Camillo Teixeira Fontes—
Eleito
58João de Almeida Lisboa—
Eleito
59João de Souza Barros—
Suplente
60Joaquim Antunes Pedro Rosa—
Suplente
61Joaquim de Almeida—
Suplente
62Job Borges Freire—
Suplente
63José Caetano da Cunha—
Suplente
64José Honorio Vieira Junior—
Suplente
65José Luiz de Magalhães—
Suplente
66José Maria Lopes Cansado—
Eleito
67José Martins Prates—
Eleito
68José Vargas da Silva—
Suplente
69Juvenal Gonzaga Pereira da Fonseca—
Suplente
70Lincoln Kubitschek—
Eleito
71Luiz Barbosa Gonçalves Penna—
Suplente
72Manoel Rodrigues de Souza—
Suplente
73Mario da Silva Pereira—
Suplente
74Miguel Baptista Vieira—
Eleito
77Newton Ferreira Pires—
Suplente
78Octacilio Negrão de Lima—
Eleito
79Olavo Gomes Pinto—
Suplente
80Olyntho Orsino de Castro—
Eleito
81Omar Rangel Franqueira—
Suplente
82Orlando Barbosa Flores—
Eleito
83Orlando Cavalcante—
Suplente
84Oscar Campos Vianna—
Suplente
85Pericles Mendonça—
Suplente
86Pio Soares Canedo—
Suplente
87Rubens Ferreira Campos—
Suplente
89Theophilo Moreira Pinto—
Suplente
90Theophilo Ribeiro—
Suplente
91Tristão da Cunha—
Eleito
92Vinicios Meyer—
Suplente
93Waldemar Diniz Alves Pequeno—
Suplente
95Washington de Araujjo Dias—
Suplente
96Zama Dias Maciel—
Suplente
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.