Em 1934, no Espírito Santo, foram eleitos 25 deputados estaduais. A maior votação foi de Carlos Marciano de Medeiros, com 2.050 votos (14,59% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 1.567 votos.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
9Abner Carlos Mourão—
Suplente
10Agilberto Pires—
Suplente
11Alcebiades Guaraná Monjardim—
Eleito
13Alvaro de Castro Mattos—
Eleito
15Anizio Vieira Ramos—
Suplente
16Antonio Pereira Lima—
Suplente
17Areno Schuller Barbosa—
Suplente
18Aristides Teixeira de Rezende—
Suplente
19Armando de Carvalho Braga—
Suplente
3Astolpho Virgilio Lobo1.77612,64%
Eleito
4Attilio Vivacqua1.75812,52%
Eleito
21Augusto de Barros Junior—
Suplente
6Augusto Emilio Estelita Lins1.66911,88%
Eleito
22Carlos da Silva Pinto—
Suplente
23Carlos Gomes de Sá—
Eleito
1Carlos Marciano de Medeiros2.05014,59%
Eleito
24Christiano Vieira de Andrade—
Eleito
27Felix de Araújo Gonçalves—
Suplente
29Francisco Climaco Feu Rosa—
Eleito
30Francisco Elienne Dessaune—
Suplente
7Gilberto Cabeira1.64311,70%
Eleito
32Henrique Augusto Wanderley—
Suplente
33Henrique Cerqueira Lima Filho—
Suplente
34Hildebrando Silva—
Suplente
35Honorio Alves Junior—
Suplente
36Izidoro Nanotti—
Suplente
37Jair Athayde de Freitas—
Eleito
38Jarbas Alves de Athayde—
Suplente
5Jeronymo Monteiro Filho1.70312,12%
Eleito
39João Baptista de Carvalho—
Suplente
40João Baptista de Souza—
Suplente
41João Barboza de Menezes—
Suplente
42João Barcellos Martins—
Suplente
43João Francisco dos Santos—
Suplente
44João Rodrigues Machado Soares—
Eleito
45Jonas Vieira Machado—
Suplente
47José Ferreira Braga—
Suplente
48José Mendes Marques—
Suplente
49José Simplicio de Azevedo Pio—
Suplente
50Lino Guimarães—
Suplente
52Luiz Cavalcante de Lima—
Suplente
53Luiz Pires de Andrade—
Suplente
2Luiz Tinoco da Fonseca1.88113,39%
Eleito
54Manoel dos Santos Neves—
Suplente
8Manoel Monteiro Torres1.56711,16%
Eleito
55Manoel Pereira de Almeida—
Suplente
56Manoel Trindade da Silva—
Suplente
57Marcondes Alves de Souza—
Suplente
58Mario Correa Lima—
Suplente
60Nelson Cavalcante—
Suplente
61Nelson Goulart Monteiro—
Eleito
62Olivio Correa Pedroza—
Suplente
63Olyntho de Faria Tinoco—
Suplente
64Oscar de Almeida—
Suplente
65Oswaldo Guimarães—
Suplente
67Raul dos Santos Paiva—
Suplente
68Saturnino Rangel Mauro—
Suplente
69Sebastião Monteiro da Gama—
Suplente
70Sebastião Tamara—
Suplente
71Sixinio José Pinto—
Suplente
73Tertuliano Nunes Pereira—
Suplente
74Xenocrates João Calmon de Aguiar—
Suplente
75Zeminio de Oliveira—
Suplente
Mostrando 75 de 75. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.