Em 1934, em Sergipe, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior votação foi de Miguel Monteiro Barbosa, com 19.299 votos (1,75% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 118 votos.
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1Miguel Monteiro Barbosa19.2991,75%
2Arnaldo Rollemberg Garcez19.1501,74%
3Alfredo Rollemberg Leite19.1091,73%
4José Ribeiro do Bomfim19.0901,73%
6Pedro Diniz Gonçalves Filho19.0621,73%
7Luiz Simões de Oliveira19.0051,72%
8Moacir Sobral Barreto18.9921,72%
9Octavio Aragão18.9721,72%
10Edgard Britto18.9711,72%
11José Ribeiro dos Santos18.9421,72%
12José Onias de Carvalho18.8541,71%
14Francisco Leite Netto18.7271,70%
15Nelson de Freitas Garcez18.6041,69%
16Manoel de Carvalho Nobre18.5911,69%
17Gentil Tavares da Motta18.5891,69%
18Francisco Nobre de Lacerda Filho18.5551,68%
19Esperidião Noronha18.5201,68%
20Nirceu Dantas18.5121,68%
21Antonio Manoel de Carvalho Netto18.5031,68%
22Carlos dos Santos Corrêa18.4961,68%
23Manoel de Avila Nabuco18.4741,68%
24Theophilo de Freitas Barreto18.4641,67%
25José Sebrão de Carvalho18.4591,67%
26Alberto Bragança de Azevedo18.4441,67%
27Gonçalo Rollemberg Leite18.4391,67%
28Gonçalo Diniz de Faro Dantas18.4381,67%
29Francisco de Araújo Macedo18.3731,67%
30Marcos Ferreira18.3721,67%
31Francisco Moreira de Souza18.3621,67%
32Hercilio Porphirio de Britto18.3591,67%
33Hormindo Menezes18.3511,66%
35Robustiano da Silveira Góes18.3211,66%
36Honorino Leal18.3151,66%
37João Vieira de Aquino18.3021,66%
38Antonio Romano da Rocha Mendonça18.2921,66%
39José Nunes da Silva18.2911,66%
41Jonas Moraes18.2471,66%
42Manoel de Carvalho Barroso11.4221,04%
43Adroaldo Campos11.3931,03%
44Alvaro de Oliveira Sampaio11.3891,03%
45José Barreto Filho11.3721,03%
46Godofredo Diniz Gonçalves11.3671,03%
47Manoel Vieira dos Santos11.3541,03%
48Clovis Fontes Cardoso11.3491,03%
49Sylvio Teixera11.3481,03%
50Daniel Moyses11.3361,03%
51João Pinto de Mendonça11.3251,03%
52Orlando de Calazans Ribeiro11.3241,03%
53Clodoaldo Vieira Passos11.3201,03%
54Armando Barreto de Menezes11.3191,03%
55Antonio Ferreira de Carvalho11.3171,03%
56Adolpho Barbosa Góes11.3111,03%
57Francisco Vasconcellos Prado11.3091,03%
58João Villanova de Farias11.2721,02%
59Manoel Dias Rollemberg11.1221,01%
60Alcino Fernandes de Barros7.8560,71%
62Pedro Freire de Carvalho7.8010,71%
63João Francisco de Souza7.7700,70%
64Felix da Motta Cabral7.6900,70%
65Honorino Ferreira Leite7.6850,70%
66Pedro Pantaleão de Souza7.6780,70%
67Anchises Ferreira7.6730,70%
68João de Deus da Rocha7.6730,70%
69José Marcellino Prata7.6720,70%
70Mario Mellins7.6320,69%
72Francisco de Souza Porto6.9000,63%
73Cloves de Faro Rollemberg6.7580,61%
74Orlando Vieira Dantas6.6310,60%
75Mecenas do Prado Pinto Peixoto6.5560,59%
76Quintina Diniz de Oliveira Ribeiro6.4330,58%
77Othoniel da Fonseca Doria6.4170,58%
78Alfredo Rodrigues Lucas1520,01%
79Omer Mont'Alegre1440,01%
80Osmario do Prado Leite1420,01%
81Jacyntho de Figueiredo1330,01%
82Rosalvo Wynne Queiroz1270,01%
83Odilon Lima Falconere1230,01%
84João Gama da Silva1190,01%
85José Rodrigues da Costa Doria1180,01%
86Antonio Dias Ribeiro1170,01%
88Nicolau Mandarino Filho108<0,01%
89Valdemar Mello104<0,01%
90José Baptista Limeira103<0,01%
91Luiz de França Pontes103<0,01%
92Oseas da Silva Britto103<0,01%
93Armando Barreto102<0,01%
94Manoel Mattos Ribeiro102<0,01%
95Antonio Joaquim de Magalhães101<0,01%
96Democrito D. Cortes99<0,01%
97José Rodrigues Mello98<0,01%
98Alfredo Pinto Teixeira97<0,01%
99Americo Rego Perrucho97<0,01%
100João Fonseca de Santana97<0,01%
101Rosalvo Oliveira Silva97<0,01%
102Antonio Velloso Filho96<0,01%
104João Batista de Oliveira93<0,01%
105José Alves de Souza Rosa93<0,01%
108Adalgizo Tavares de Souza92<0,01%
109João Reis Lima92<0,01%
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.