Em 1934, na Paraíba, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior votação foi de José Tavares Cavalcante, com 26.260 votos (2,90% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 207 votos.
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1José Tavares Cavalcante26.2602,90%
2Americo Maia de Vasconcellos26.2052,90%
3Alcindo de Medeiros Leite26.1202,89%
4Fernando Carneiro da Cunha Nobrega26.0772,88%
5Aloysio Affonso Campos26.0742,88%
6Emiliano Castor da Nobrega26.0662,88%
7Octavio Teodoro Amorim26.0632,88%
8Newton Nobre de Lacerda26.0562,88%
9Francisco Seraphico da Nobrega26.0022,87%
10Odilon da Silva Coutinho25.9942,87%
11Raymundo Vianna Macedo25.9932,87%
12Lauro dos Guimarães Wanderley25.9632,87%
13Francisco de Paula e Silva25.9572,87%
14José Rodrigues de Aquino25.9442,87%
15Adalberto Jorge Rodrigues Ribeiro25.9122,86%
16Francisco Duarte Lima25.9062,86%
17José Targino25.8322,85%
18José Antonio Ferreira Rocha25.8302,85%
19José Francisco de Paula Cavalcanti25.8142,85%
20José de Souza Maciel25.8002,85%
21João de Souza Vasconcellos25.7982,85%
22Celso Mattos Rolim25.7852,85%
23Miguel Severino Bastos Lisboa25.7822,85%
24Tertuliano Correa de Costa Brito25.7232,84%
25Pedro Ulysses de Carvalho25.7092,84%
26José Peregrino de Araújo Filho25.6932,84%
27Delfino Ferreira da Costa25.6822,84%
28Sebastião Raphael Sebas25.6302,83%
29Jeremias Venancio dos Santos25.5712,83%
30Fernando Pessoa4.7360,52%
31Severino de Albuquerque Lucena4.7210,52%
32Luiz de Oliveira4.6970,52%
33José de Avila Lins4.6440,51%
34Nicodemos Neves4.5920,51%
35Antonio Modesto de Aquino4.4830,50%
36Pedro Muniz de Britto4.4460,49%
37Antonio Vianna da Silva4.4380,49%
38Lafayette Cavalcanti Corrêa de Mello4.4160,49%
39José de Miranda Henrique4.3910,49%
40José Regis Velho4.3880,48%
41Antonio Bezerra Cabral4.3790,48%
42José Regis do Albuquerque4.3750,48%
43Octacilio de Lucena Montenegro4.3740,48%
44Anesio Caldas Barros4.3710,48%
45Cicero Maracajá Parente4.3680,48%
46Eurico Nabuco Uchôa4.3670,48%
47Antonio Tancredo de Carvalho4.3580,48%
48Frederico de Souza Falcão4.3580,48%
49João Victorino Vergara4.3510,48%
50Antonio Corrêa Lima4.3500,48%
51Ulysses Apolonio de Barros4.3480,48%
52Julio Marques do Nascimento4.3470,48%
53Antonio Pereira Gomes Filho4.3450,48%
54Flodoaldo Peixoto de Vasconcellos4.3290,48%
55Francisco Teixeira de Vasconcellos4.3250,48%
56Henrique Solon de Albuquerque Montenegro4.3190,48%
57Octacilio Dantas Cartaxo4.3110,48%
58Gonçalo Calixto Cavalcanti de Albuquerque4.3050,48%
59Josibias Fialho Marinho9430,10%
60Candido Pereira Vianna8810,10%
63José Lopes de Andrade8460,09%
64Manoel Bianor de Freitas8390,09%
65Euclydes Magalhães8230,09%
66Manuel Lourenço das Neves8230,09%
67Anacleto Victorino da Silva8220,09%
68Abilio Lins Caldas8200,09%
69José Simeão dos Santos8200,09%
70Luiz Gomes da Silva8200,09%
71João Francisco de Macedo8190,09%
72Pedro Sergio Gomes8190,09%
73Cesario Gongalves da Silva8180,09%
74Eliad Gomes de Araujo8160,09%
75Joaquim Pereira do Nascimento8150,09%
76Manuel Isidoro da Silva8150,09%
77José Malheiros Maciel8140,09%
78Fernando Cezar de Paiva8130,09%
79José Ferreira Torquato8130,09%
80Leonel do Valle Mello8130,09%
81Antonio Henriques de Mello8120,09%
82Colombiano dos Santos8120,09%
83Deocleciano Pereira Dativo8120,09%
84José Coimbra de Araújo8120,09%
85José Mariano Arcoverde8120,09%
86Manuel Freire Costa8120,09%
87Orlando Xavier de Oliveira8120,09%
88Pedro Chrisostomo Vieira8120,09%
89Antonio Pinto de Oliveira2640,03%
90Ernani Ayres Satyro e Souza2070,02%
91Severino Alves Ayres1780,02%
92José Pessoa de Britto1440,02%
93Chileno Coelho de Alverga57<0,01%
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.