Em 1934, em Minas Gerais, foram eleitos 48 deputados estaduais. A maior votação foi de Dorinato de Oliveira Lima, com 254.290 votos (1,79% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 134.442 votos.
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1Dorinato de Oliveira Lima254.2901,79%
2Milton Campos253.6451,78%
3Domingos Ferreira Martins252.6891,77%
4Abilio Machado252.2861,77%
5José Martins Prates251.3201,76%
6Antonio Camilo de Faria Alvim250.9841,76%
7Miguel Baptista Vieira250.8761,76%
8Olyntho Orsino de Castro250.3811,76%
9Lincoln Kubitschek250.0451,76%
10Jefferson de Oliveira250.0411,76%
11Sylvio Marinho249.9961,76%
12Nestor Foscolo249.9921,76%
13Fabio Andrada249.6331,75%
14Edson Alvares da Silva249.3301,75%
15Octacilio Negrão de Lima249.0471,75%
16João de Almeida Lisboa248.5301,75%
17Guilherme de Oliveira Ferreira248.4051,74%
18Waldemar Soares246.2771,73%
19Adolpho de Oliveira Portella245.8001,73%
20João Camillo Teixeira Fontes245.7451,73%
21Orlando Barbosa Flores245.1681,72%
22Antonio Amador Alvares da Silva244.3161,72%
23Alfredo Soares de Lima243.9651,71%
24Juvenal Gonzaga Pereira da Fonseca243.1411,71%
25Francisco de Oliveira Lessa242.2961,70%
26José Vargas da Silva241.9751,70%
27Luiz Barbosa Gonçalves Penna241.5071,70%
28Honorio de Paiva Abreu239.5781,68%
29Alcino de Paula Salazar238.5341,67%
30Jacy Figueiredo218.1511,53%
31José Luiz de Magalhães218.0821,53%
32Pericles Mendonça217.6181,53%
33Vinicios Meyer214.8091,51%
34Newton Ferreira Pires212.2621,49%
35Aristides Ferreira de Mello211.8091,49%
36José Honorio Vieira Junior208.6741,47%
37Zama Dias Maciel206.7741,45%
38Hugo Furquim Werneck139.2370,98%
39Agostinho de Souza137.8890,97%
40Aloizio Leite Guimarães135.5620,95%
41Ary Teixeira da Costa135.3260,95%
42José Maria Lopes Cansado134.7180,95%
43Eliseu Laborne e Valle134.6930,95%
44Tristão da Cunha134.4420,94%
45Manoel Rodrigues de Souza134.3320,94%
46Antonio de Oliveira Guimarães133.9950,94%
47Cordovil Pinto Coelho133.4780,94%
48Olavo Gomes Pinto132.7530,93%
49Theophilo Ribeiro132.4540,93%
50Rubens Ferreira Campos131.9570,93%
51José Caetano da Cunha131.5390,92%
52Omar Rangel Franqueira131.1520,92%
53Feliciano de Oliveira Penna131.0220,92%
54Aureliano Augusto de Assis Toledo130.3010,91%
55Alonso Marques Ferreira130.2850,91%
56Jayme Pinheiro de Almeida130.1700,91%
57Waldemar Diniz Alves Pequeno130.1490,91%
58Antonio de Freitas Carvalho129.7260,91%
59João de Souza Barros129.5540,91%
60João Braz da Costa Val129.4750,91%
61Oscar Campos Vianna129.2620,91%
62Job Borges Freire128.8970,91%
63Mario da Silva Pereira128.5110,90%
64Euclydes Golçalves Mendonça128.3460,90%
65Antonio Gomes Barbosa128.1660,90%
66Emilio Soares de Oliveira128.0460,90%
67Theophilo Moreira Pinto127.9950,90%
68Washington de Araujjo Dias127.9080,90%
69Ignacio Luiz da Silva Thomé127.8560,90%
70Orlando Cavalcante127.6810,90%
71Alipio de Araújo Silva127.6260,90%
72Joaquim de Almeida127.6000,90%
73Pio Soares Canedo127.5980,90%
74Alipio Fernandes127.5700,90%
75Joaquim Antunes Pedro Rosa127.5210,90%
76Antonio de Paiva Cardoso Junior127.0560,89%
77Antenor Ferreira Marques126.9640,89%
78Astramiro Oliveira Soares125.5750,88%
79Afranio de Mello Franco—
81Antonio Augusto Junqueira—
82Antonio Benedicto Valladares—
83Arthur da Silva Bernardes—
84Arthur Tiburcio Ribeiro—
86Gastão de Oliveira Coimbra—
87João Edmundo Caldeira Brant—
89José Bonifacio Lafayette de Andrada—
92Manoel Ignacio Peixoto—
94Ovidio João Paulo de Andrade—
95Padre Synpbronio Augusto de Castro—
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.