Em 1934, no Espírito Santo, foram eleitos 25 deputados estaduais. A maior votação foi de Alvaro de Castro Mattos, com 20.857 votos (2,68% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 15.000 votos.
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1Alvaro de Castro Mattos20.8572,68%
2Alcebiades Guaraná Monjardim20.4772,63%
3Alziro Vianna20.3622,61%
4João Rodrigues Machado Soares20.1962,59%
5Paulino Muller20.1772,59%
6Solon de Castro20.0352,57%
7Jair Athayde de Freitas19.9942,57%
9Francisco Climaco Feu Rosa19.8012,54%
11Feliano Garcia19.7052,53%
12Christiano Vieira de Andrade19.6242,52%
13Mario Rezende19.5592,51%
14Areno Schuller Barbosa19.4882,50%
15Agilberto Pires19.2622,47%
16Sebastião Monteiro da Gama19.2442,47%
17Luiz Pires de Andrade19.2362,47%
18Mario Correa Lima19.1622,46%
19Henrique Augusto Wanderley19.0972,45%
20Oswaldo Guimarães18.8462,42%
21Armando de Carvalho Braga18.7712,41%
22Izidoro Nanotti18.6452,39%
23Nelson Goulart Monteiro16.1262,07%
24Alvaro Castello15.3311,97%
25Carlos Gomes de Sá15.2361,96%
26Geraldo Vianna15.0001,93%
27Abner Carlos Mourão14.9801,92%
28Jarbas Alves de Athayde14.6741,88%
29Augusto de Barros Junior14.6351,88%
30Xenocrates João Calmon de Aguiar14.5541,87%
31Olivio Correa Pedroza14.5461,87%
32Aristides Teixeira de Rezende14.5171,86%
33Antonio Pereira Lima14.4701,86%
34Marcondes Alves de Souza14.4241,85%
35Henrique Cerqueira Lima Filho14.4121,85%
36Anizio Vieira Ramos14.3781,85%
37Manoel dos Santos Neves14.3521,84%
38José Simplicio de Azevedo Pio14.2581,83%
39Hildebrando Silva14.2271,83%
40João Barboza de Menezes13.9251,79%
41José Ferreira Braga13.9061,79%
42Francisco Elienne Dessaune13.7881,77%
43João Barcellos Martins13.7711,77%
44Oscar de Almeida2.2910,29%
46Lino Guimarães1.9930,26%
47Sebastião Tamara1.9590,25%
48Manoel Pereira de Almeida1.9270,25%
49Honorio Alves Junior1.8420,24%
50Raul dos Santos Paiva1.7920,23%
51Saturnino Rangel Mauro1.7920,23%
53Nelson Cavalcante1.7490,22%
54Jonas Vieira Machado1.7320,22%
55José Mendes Marques1.7300,22%
56Luiz Cavalcante de Lima1.7060,22%
58João Baptista de Carvalho1.6860,22%
59João Baptista de Souza1.6810,22%
60Tertuliano Nunes Pereira1.6590,21%
61Sixinio José Pinto1.6580,21%
62Felix de Araújo Gonçalves1.6560,21%
63Manoel Trindade da Silva1.6550,21%
64Zeminio de Oliveira1.6540,21%
65Carlos da Silva Pinto1.6500,21%
66João Francisco dos Santos1.6260,21%
67Astolpho Virgilio Lobo—
69Augusto Emilio Estelita Lins—
70Carlos Marciano de Medeiros—
72Jeronymo Monteiro Filho—
73Luiz Tinoco da Fonseca—
74Manoel Monteiro Torres—
75Olyntho de Faria Tinoco—
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.