Em 1934, em Alagoas, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior bancada foi a do PR (24). A maior votação foi de Albino Pereira de Magalhães (PR), com 15.234 votos (2,76% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 2.556 votos.
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1Albino Pereira de Magalhães15.2342,76%
2Alfredo de Barros Lima Junior15.1022,73%
3Luiz Moreira de Mendonça14.8102,68%
4Manoel Joaquim de Mendonça Martins14.2642,58%
5José da Rocha Cavalcante14.0332,54%
6Manoel Rodrigues de Mello13.6272,47%
7José de Castro Azevedo13.6212,47%
8Serzedello de Barros Correa13.6152,46%
9José Paulino de Albuquerque Sarmento13.6122,46%
10Antonio Arnaldo Bezerra Cansanção13.5682,46%
11José Quintella Cavalcante13.5552,45%
12Mario Gomes de Barros13.5182,45%
13Joaquim de Barros Leão13.4982,44%
14Maria José Salgado Lages13.4792,44%
15Arthur Accioly Lopes Ferreira13.1772,39%
16Francisco Candido de Oliveira Mendonça13.0882,37%
17José Evilazio Torres13.0432,36%
18Ignacio Brandão Gracindo13.0232,36%
19Francisco Cavalcante12.9452,34%
20João Felinto Tenorio12.9072,34%
21Arthur de Freitas Melro12.8632,33%
22Oscar Mauricio da Rocha12.8382,32%
23Lourival de Mello Motta12.8282,32%
24Manoel Capitulino de Carvalho12.6442,29%
25Hermilio de Freitas Melro12.6182,28%
26Antonio Balthazar de Mendonça12.5762,28%
27João Teixeira de Vasconcellos12.4772,26%
28José da Motta Maia12.3122,23%
29Manoel Laurino Cerqueira11.9542,16%
30Manoel Firmino Pinheiro11.8642,15%
31Amarilio Salles6.6771,21%
32Alfredo Elias da Rosa Oiticica6.6401,20%
33Domingos Correa da Rocha6.4341,16%
34João Carlos de Albuquerque6.1561,11%
35Pedro Pierre da Silva Braga5.9161,07%
36Edgard Medeiros Sarmento5.6751,03%
37Angelo Graciliano Martins5.5481,00%
38Luiz Leite e Oiticica5.4230,98%
39Manoel de Barros Loureiro5.4140,98%
40Joathas Calheiros Bello5.1440,93%
41Francisco Daltro de Brito5.0440,91%
42Aureliano Vargas Wanderley5.0010,91%
43João Barreto Falcão4.6400,84%
44Alvaro da Silva Peixoto4.3180,78%
45José Caralampio de Mendonça Braga4.2230,76%
46Mirian Falcão Lima4.0730,74%
47Licurgo Chaves3.6750,67%
48Aurelio Brandão Oliveira3.5400,64%
49Crisanto do Nascimento Carvalho3.5120,64%
50José Romão de Castro3.4490,62%
51José de Aquino Ribeiro3.3360,60%
52José de Moraes Mendonça3.3090,60%
53Luiz de Araujo Moraes3.3070,60%
54Ramiro Costa Pereira3.3030,60%
55Enock Marques de Macedo3.2820,59%
56José Lionel de Mello3.2530,59%
57Aristides Lopes da Rosa da Agra3.2130,58%
58Durval Ignacio da Silva3.1730,57%
59Graciano Machado Cunha Pedrosa3.1220,57%
60José Gomes de Freitas3.0860,56%
61Afranio Salgado Lages2.5560,46%
62Manoel Vianna de Vasconcellos2.1990,40%
63Paulo Ramalho Pedroza2.0930,38%
64Carloman Carneiro2.0700,37%
65José Leão de Araujo Rego1.9250,35%
66Luiz Rodrigues de Araújo7110,13%
67Mario Marroquim do Nascimento6610,12%
69Abel Falcão Lima4730,09%
70Aderbal Arecipo de Barros Teixeira3910,07%
71Isaac Vieira Peixoto3810,07%
72Maria José de Carvalho3750,07%
73Espedicto de Faria Costa3730,07%
74Jefferson Lopes Bello3720,07%
75Antonio Sinay Tavares3700,07%
76Salustiano Cavalcante de Albuquerque3690,07%
77Adalberto Cavalcante Lins3650,07%
78Aryl Pontes Lyra3650,07%
79João Pinheiro de Andrade Lyra3580,06%
80Aluysio Rossiter Moreira3560,06%
81José Lourenço do Monte3550,06%
82Cornelio Gomes Leal3510,06%
83Oswaldo Velloso Rosa3510,06%
85Ismael de Aragão Lisboa3490,06%
86Manoel de Moraes Costa3480,06%
87Antonio Correa Barbosa3470,06%
88Octavio Guedes de Mello3470,06%
89Boanerges de Almeida Leitão3420,06%
90Manoel Cajueiro da Silva3420,06%
91Hildebrando Martins Falcão—
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.