Em 1934, na Paraíba, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior votação foi de José Tavares Cavalcante, com 26.260 votos (2,90% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 207 votos.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
68Abilio Lins Caldas8200,09%
15Adalberto Jorge Rodrigues Ribeiro25.9122,86%
3Alcindo de Medeiros Leite26.1202,89%
5Aloysio Affonso Campos26.0742,88%
2Americo Maia de Vasconcellos26.2052,90%
67Anacleto Victorino da Silva8220,09%
44Anesio Caldas Barros4.3710,48%
41Antonio Bezerra Cabral4.3790,48%
50Antonio Corrêa Lima4.3500,48%
81Antonio Henriques de Mello8120,09%
35Antonio Modesto de Aquino4.4830,50%
53Antonio Pereira Gomes Filho4.3450,48%
89Antonio Pinto de Oliveira2640,03%
47Antonio Tancredo de Carvalho4.3580,48%
37Antonio Vianna da Silva4.4380,49%
60Candido Pereira Vianna8810,10%
22Celso Mattos Rolim25.7852,85%
73Cesario Gongalves da Silva8180,09%
93Chileno Coelho de Alverga57<0,01%
45Cicero Maracajá Parente4.3680,48%
82Colombiano dos Santos8120,09%
27Delfino Ferreira da Costa25.6822,84%
83Deocleciano Pereira Dativo8120,09%
74Eliad Gomes de Araujo8160,09%
6Emiliano Castor da Nobrega26.0662,88%
90Ernani Ayres Satyro e Souza2070,02%
65Euclydes Magalhães8230,09%
46Eurico Nabuco Uchôa4.3670,48%
4Fernando Carneiro da Cunha Nobrega26.0772,88%
78Fernando Cezar de Paiva8130,09%
30Fernando Pessoa4.7360,52%
54Flodoaldo Peixoto de Vasconcellos4.3290,48%
13Francisco de Paula e Silva25.9572,87%
16Francisco Duarte Lima25.9062,86%
9Francisco Seraphico da Nobrega26.0022,87%
55Francisco Teixeira de Vasconcellos4.3250,48%
48Frederico de Souza Falcão4.3580,48%
58Gonçalo Calixto Cavalcanti de Albuquerque4.3050,48%
56Henrique Solon de Albuquerque Montenegro4.3190,48%
29Jeremias Venancio dos Santos25.5712,83%
21João de Souza Vasconcellos25.7982,85%
71João Francisco de Macedo8190,09%
49João Victorino Vergara4.3510,48%
75Joaquim Pereira do Nascimento8150,09%
18José Antonio Ferreira Rocha25.8302,85%
84José Coimbra de Araújo8120,09%
33José de Avila Lins4.6440,51%
39José de Miranda Henrique4.3910,49%
20José de Souza Maciel25.8002,85%
79José Ferreira Torquato8130,09%
19José Francisco de Paula Cavalcanti25.8142,85%
63José Lopes de Andrade8460,09%
77José Malheiros Maciel8140,09%
85José Mariano Arcoverde8120,09%
26José Peregrino de Araújo Filho25.6932,84%
92José Pessoa de Britto1440,02%
42José Regis do Albuquerque4.3750,48%
40José Regis Velho4.3880,48%
14José Rodrigues de Aquino25.9442,87%
69José Simeão dos Santos8200,09%
17José Targino25.8322,85%
1José Tavares Cavalcante26.2602,90%
59Josibias Fialho Marinho9430,10%
52Julio Marques do Nascimento4.3470,48%
38Lafayette Cavalcanti Corrêa de Mello4.4160,49%
12Lauro dos Guimarães Wanderley25.9632,87%
80Leonel do Valle Mello8130,09%
32Luiz de Oliveira4.6970,52%
70Luiz Gomes da Silva8200,09%
64Manoel Bianor de Freitas8390,09%
86Manuel Freire Costa8120,09%
76Manuel Isidoro da Silva8150,09%
66Manuel Lourenço das Neves8230,09%
23Miguel Severino Bastos Lisboa25.7822,85%
8Newton Nobre de Lacerda26.0562,88%
34Nicodemos Neves4.5920,51%
57Octacilio Dantas Cartaxo4.3110,48%
43Octacilio de Lucena Montenegro4.3740,48%
7Octavio Teodoro Amorim26.0632,88%
10Odilon da Silva Coutinho25.9942,87%
87Orlando Xavier de Oliveira8120,09%
88Pedro Chrisostomo Vieira8120,09%
36Pedro Muniz de Britto4.4460,49%
72Pedro Sergio Gomes8190,09%
25Pedro Ulysses de Carvalho25.7092,84%
11Raymundo Vianna Macedo25.9932,87%
28Sebastião Raphael Sebas25.6302,83%
91Severino Alves Ayres1780,02%
31Severino de Albuquerque Lucena4.7210,52%
24Tertuliano Correa de Costa Brito25.7232,84%
51Ulysses Apolonio de Barros4.3480,48%
Mostrando 93 de 93. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.