Em 1934, no Pará, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior votação foi de Djalma da Costa Machado, com 21.489 votos (2,23% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 10.897 votos.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
16Aladio Pauxis21.3922,22%
60Alarico Barata10.8311,12%
10Alberto Barreiros21.4142,22%
55Alberto Ribeiro Pinheiro10.8481,12%
61Alberto Rodrigues Martins—
31Aldebaro Cavallero de Macedo Klautau11.0061,14%
5Amando Appio de Moura Medrado21.4512,22%
23Angelino Rodrigues de Lima21.0392,18%
15Annibal Duarte de Oliveira21.3942,22%
38Antonio da Silva Magno10.9361,13%
21Antonio de Almeida Faciola21.0512,18%
36Antonio de Oliveira Mello10.9421,13%
35Antonio Emiliano de Souza Castro10.9471,13%
27Antonio H. Andrade Figueira20.9622,17%
57Antonio Mendes10.8411,12%
50Antonio O. de Almeida10.8631,13%
8Aristides dos Reis e Silva21.4382,22%
6Arnaldo Augusto da Matta21.4502,22%
52Augusto Belchior de Araujo10.8561,12%
44Augusto Pereira Correa10.9101,13%
2Benedicto de Castro Frade21.4652,22%
34Bernardo Borges Pires-Leal10.9501,13%
3Bianor Martins Penalber21.4642,22%
46Bolivar Teixeira Mendes Barreira10.9051,13%
54Candido José dos Santos10.8491,12%
53Carlos Arnobio Franco10.8511,12%
58Clodoaldo Alves de Oliveira10.8371,12%
22Clotário Alencar21.0482,18%
1Djalma da Costa Machado21.4892,23%
29Ernestino de Souza Filho20.9362,17%
19Eurico Claudio Tavares Romariz21.3762,21%
7Franco dos Santos Martyres21.4452,22%
24Fulgencio Firmino dos Santos21.0302,18%
20João Anastacio de Queiroz21.3722,21%
51João de Miranda Pombo10.8581,12%
62João Ewerton do Amaral—
4João Ferreira Sá21.4582,22%
33João José da Costa Botelho10.9571,14%
25João Lopes de Barros20.9662,17%
41João Malato Ribeiro10.9241,13%
43Joaquim Gomes de Norões e Souza10.9161,13%
63Joaquim Sergio de Araujo—
32José Alves Dias Junior10.9751,14%
28José Cardoso da Cunha Coimbra20.9572,17%
40José Coutinho de Oliveira10.9301,13%
37José Jacyntho Aben-Athar10.9421,13%
56José Mariano dos Santos10.8481,12%
18Manoel Innocencio Pires Camargo21.3802,21%
26Maria Antonieta Serra Freire Pontes20.9632,17%
49Mario Jefferson Martind de Castro10.8681,13%
39Nelson da Silva Parijóz10.9351,13%
59Noé Ricardo de Souza10.8371,12%
9Octavio Augusto Bastos Meira21.4292,22%
11Octavio Oliva21.4092,22%
42Orlando Moraes10.9201,13%
30Paulo de Oliveira20.9322,17%
12Pedro Nunes Rodrigues21.4092,22%
48Raul Rangel de Borborema10.8771,13%
14Raymundo Magno Camarão21.3992,22%
47Samuel da Gama Costa Mac-Dowell10.8971,13%
13Synval da Silva Coutinho21.4042,22%
17Thomaz Augusto Vianna Carvalho21.3902,22%
45Vicente Epaminondas Pires dos Reis10.9061,13%
Mostrando 64 de 64. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.