Em 1934, em Minas Gerais, foram eleitos 48 deputados estaduais. A maior votação foi de Dorinato de Oliveira Lima, com 254.290 votos (1,79% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 134.442 votos.
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4Abilio Machado252.2861,77%
19Adolpho de Oliveira Portella245.8001,73%
79Afranio de Mello Franco—
39Agostinho de Souza137.8890,97%
29Alcino de Paula Salazar238.5341,67%
23Alfredo Soares de Lima243.9651,71%
71Alipio de Araújo Silva127.6260,90%
74Alipio Fernandes127.5700,90%
40Aloizio Leite Guimarães135.5620,95%
55Alonso Marques Ferreira130.2850,91%
77Antenor Ferreira Marques126.9640,89%
22Antonio Amador Alvares da Silva244.3161,72%
81Antonio Augusto Junqueira—
82Antonio Benedicto Valladares—
6Antonio Camilo de Faria Alvim250.9841,76%
58Antonio de Freitas Carvalho129.7260,91%
46Antonio de Oliveira Guimarães133.9950,94%
76Antonio de Paiva Cardoso Junior127.0560,89%
65Antonio Gomes Barbosa128.1660,90%
35Aristides Ferreira de Mello211.8091,49%
83Arthur da Silva Bernardes—
84Arthur Tiburcio Ribeiro—
41Ary Teixeira da Costa135.3260,95%
78Astramiro Oliveira Soares125.5750,88%
54Aureliano Augusto de Assis Toledo130.3010,91%
47Cordovil Pinto Coelho133.4780,94%
3Domingos Ferreira Martins252.6891,77%
1Dorinato de Oliveira Lima254.2901,79%
14Edson Alvares da Silva249.3301,75%
43Eliseu Laborne e Valle134.6930,95%
66Emilio Soares de Oliveira128.0460,90%
64Euclydes Golçalves Mendonça128.3460,90%
13Fabio Andrada249.6331,75%
53Feliciano de Oliveira Penna131.0220,92%
25Francisco de Oliveira Lessa242.2961,70%
86Gastão de Oliveira Coimbra—
17Guilherme de Oliveira Ferreira248.4051,74%
28Honorio de Paiva Abreu239.5781,68%
38Hugo Furquim Werneck139.2370,98%
69Ignacio Luiz da Silva Thomé127.8560,90%
30Jacy Figueiredo218.1511,53%
56Jayme Pinheiro de Almeida130.1700,91%
10Jefferson de Oliveira250.0411,76%
60João Braz da Costa Val129.4750,91%
20João Camillo Teixeira Fontes245.7451,73%
16João de Almeida Lisboa248.5301,75%
59João de Souza Barros129.5540,91%
87João Edmundo Caldeira Brant—
75Joaquim Antunes Pedro Rosa127.5210,90%
72Joaquim de Almeida127.6000,90%
62Job Borges Freire128.8970,91%
89José Bonifacio Lafayette de Andrada—
51José Caetano da Cunha131.5390,92%
36José Honorio Vieira Junior208.6741,47%
31José Luiz de Magalhães218.0821,53%
42José Maria Lopes Cansado134.7180,95%
5José Martins Prates251.3201,76%
26José Vargas da Silva241.9751,70%
24Juvenal Gonzaga Pereira da Fonseca243.1411,71%
9Lincoln Kubitschek250.0451,76%
27Luiz Barbosa Gonçalves Penna241.5071,70%
92Manoel Ignacio Peixoto—
45Manoel Rodrigues de Souza134.3320,94%
63Mario da Silva Pereira128.5110,90%
7Miguel Baptista Vieira250.8761,76%
2Milton Campos253.6451,78%
12Nestor Foscolo249.9921,76%
34Newton Ferreira Pires212.2621,49%
15Octacilio Negrão de Lima249.0471,75%
48Olavo Gomes Pinto132.7530,93%
8Olyntho Orsino de Castro250.3811,76%
52Omar Rangel Franqueira131.1520,92%
21Orlando Barbosa Flores245.1681,72%
70Orlando Cavalcante127.6810,90%
61Oscar Campos Vianna129.2620,91%
94Ovidio João Paulo de Andrade—
95Padre Synpbronio Augusto de Castro—
32Pericles Mendonça217.6181,53%
73Pio Soares Canedo127.5980,90%
50Rubens Ferreira Campos131.9570,93%
11Sylvio Marinho249.9961,76%
67Theophilo Moreira Pinto127.9950,90%
49Theophilo Ribeiro132.4540,93%
44Tristão da Cunha134.4420,94%
33Vinicios Meyer214.8091,51%
57Waldemar Diniz Alves Pequeno130.1490,91%
18Waldemar Soares246.2771,73%
68Washington de Araujjo Dias127.9080,90%
37Zama Dias Maciel206.7741,45%
Mostrando 96 de 96. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.