Em 1934, na Bahia, foram eleitos 42 deputados estaduais. A maior votação foi de Carlos Antunes Teixeira, com 92.317 votos (1,79% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 50.459 votos.
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54Adriano Bernardes Baptista49.6990,96%
27Adriano de Lima Pedreira89.7251,74%
7Alberico Fraga91.7401,78%
17Alfredo Golçalves do Amorim90.7781,76%
15Aliomar Balleiro90.9291,76%
38Alvaro Martins Catharino51.9691,01%
71Alvaro Ramos48.1900,94%
24Alvaro Ribeiro Sanches89.9871,75%
43Antonio Balbino de Carvalho Filho50.9650,99%
77Antonio Cordeiro de Miranda—
74Antonio Dantas Ponte48.1310,93%
73Antonio de Aragão Bulcão Junior48.1440,93%
16Antonio do Amaral Ferrão Muniz90.8441,76%
51Antonio P. da Costa e Silva49.9530,97%
66Antonio Paiva Sarmento48.4230,94%
68Antonio Santos Oliveira48.2820,94%
69Antonio Viarma D. da Silva48.2400,94%
72Aristides Borges Mendes48.1700,93%
65Arlindo Senna48.4250,94%
2Arthur Cezar Berenguer92.1651,79%
37Augusto Publico Pereira52.1231,01%
63Carlito Onofre da Silva48.5720,94%
1Carlos Antunes Teixeira92.3171,79%
18Carlos Marques Monteiro90.7161,76%
62Carlos Olympio de Azevedo48.5740,94%
13Crescencio Antunes da Silveira91.1151,77%
12Crescencio Guimarães Lacerda91.1601,77%
9Demerval de Oliveira Vianna91.3951,77%
31Demosthenes Nunes Santa Sé89.3351,73%
10Domingos Velloso91.3131,77%
41Edison Ribeiro51.1390,99%
21Elpidio Raymundo da Nova90.2991,75%
78Elysio de Moura Medrado—
61Emilio Diniz da Silva48.6800,94%
60Epaminondas Berbert de Castro48.6860,94%
26Eutropio dos Santos Reis89.7771,74%
59Eutyehio P. Bahia48.7860,95%
39Fabio Augusto Rodrigues da Costa51.4471,00%
28Francisco Cotias Lebre89.6111,74%
79Francisco José Fernandes—
25Francisco Rocha Pires89.8581,74%
45Gilberto Valente50.4820,98%
30Guilherme de Andrade Filho89.4481,74%
6Humberto Pacheco de Miranda91.7861,78%
57Jayme Baleeiro49.4270,96%
42Jayme Junqueira Ayres50.9920,99%
50João Bião de Cerqueira50.2030,97%
34João Carlos Borges de Souza88.1151,71%
3João da Costa Pinto Dantas Junior91.8441,78%
47João Mendes da Costa Filho50.4420,98%
75João Raul de Freitas Barros48.0450,93%
52José de Castro Bastos49.8930,97%
80José de Freitas Jatobá—
29Juvencio Candido Xavier89.5991,74%
55Luiz Antonio Ferreira Coelho49.6880,96%
58Luiz Rogerio de Souza48.9930,95%
81Manoel Caetano da Rocha Passos—
82Manoel de Mattos Correa de Menezes—
40Manoel Duarte de Oliveira Junior51.3771,00%
20Manoel Pinto de Aguiar90.5221,76%
22Maria Luiza Bittencourt90.2531,75%
5Mario de Castro Rebello91.8021,78%
44Mario Peixoto50.7470,98%
64Nelson de Souza Carneiro48.5120,94%
4Nestor Ayres da Silva91.8141,78%
8Octavio Pedreira da Silva91.5101,78%
14Ovidio Antunes Teixeira90.9871,77%
33Pacifico de Souza Brandão89.1621,73%
48Paulo Pereira de Almeida50.3630,98%
56Pedro Virgilio dos Santos49.5410,96%
32Plinio de Magalhães Costa89.2911,73%
53Plinio Moscoso Filho49.8060,97%
46Raphael Jambeiro50.4590,98%
23Raymundo de Souza Britto90.0711,75%
36Raymundo Rocha52.8291,03%
70Reynaldo Sepulveda da Silva48.1930,94%
67Sylvino Kruschewski48.3900,94%
84Vicente Pacheco de Oliveira—
35Waldomiro Lins de Albuquerque87.0911,69%
11Walter Pimentel Bittencourt91.1691,77%
Mostrando 84 de 84. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.