Em 1934, em Alagoas, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior bancada foi a do PR (24). A maior votação foi de Albino Pereira de Magalhães (PR), com 15.234 votos (2,76% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 2.556 votos.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
69Abel Falcão Lima4730,09%
77Adalberto Cavalcante Lins3650,07%
70Aderbal Arecipo de Barros Teixeira3910,07%
61Afranio Salgado Lages2.5560,46%
1Albino Pereira de Magalhães15.2342,76%
2Alfredo de Barros Lima Junior15.1022,73%
32Alfredo Elias da Rosa Oiticica6.6401,20%
80Aluysio Rossiter Moreira3560,06%
44Alvaro da Silva Peixoto4.3180,78%
31Amarilio Salles6.6771,21%
37Angelo Graciliano Martins5.5481,00%
10Antonio Arnaldo Bezerra Cansanção13.5682,46%
26Antonio Balthazar de Mendonça12.5762,28%
87Antonio Correa Barbosa3470,06%
75Antonio Sinay Tavares3700,07%
57Aristides Lopes da Rosa da Agra3.2130,58%
15Arthur Accioly Lopes Ferreira13.1772,39%
21Arthur de Freitas Melro12.8632,33%
78Aryl Pontes Lyra3650,07%
42Aureliano Vargas Wanderley5.0010,91%
48Aurelio Brandão Oliveira3.5400,64%
89Boanerges de Almeida Leitão3420,06%
64Carloman Carneiro2.0700,37%
82Cornelio Gomes Leal3510,06%
49Crisanto do Nascimento Carvalho3.5120,64%
33Domingos Correa da Rocha6.4341,16%
58Durval Ignacio da Silva3.1730,57%
36Edgard Medeiros Sarmento5.6751,03%
55Enock Marques de Macedo3.2820,59%
73Espedicto de Faria Costa3730,07%
16Francisco Candido de Oliveira Mendonça13.0882,37%
19Francisco Cavalcante12.9452,34%
41Francisco Daltro de Brito5.0440,91%
59Graciano Machado Cunha Pedrosa3.1220,57%
25Hermilio de Freitas Melro12.6182,28%
91Hildebrando Martins Falcão—
18Ignacio Brandão Gracindo13.0232,36%
71Isaac Vieira Peixoto3810,07%
85Ismael de Aragão Lisboa3490,06%
74Jefferson Lopes Bello3720,07%
43João Barreto Falcão4.6400,84%
34João Carlos de Albuquerque6.1561,11%
20João Felinto Tenorio12.9072,34%
79João Pinheiro de Andrade Lyra3580,06%
27João Teixeira de Vasconcellos12.4772,26%
13Joaquim de Barros Leão13.4982,44%
40Joathas Calheiros Bello5.1440,93%
45José Caralampio de Mendonça Braga4.2230,76%
28José da Motta Maia12.3122,23%
5José da Rocha Cavalcante14.0332,54%
51José de Aquino Ribeiro3.3360,60%
7José de Castro Azevedo13.6212,47%
52José de Moraes Mendonça3.3090,60%
17José Evilazio Torres13.0432,36%
60José Gomes de Freitas3.0860,56%
65José Leão de Araujo Rego1.9250,35%
56José Lionel de Mello3.2530,59%
81José Lourenço do Monte3550,06%
9José Paulino de Albuquerque Sarmento13.6122,46%
11José Quintella Cavalcante13.5552,45%
50José Romão de Castro3.4490,62%
47Licurgo Chaves3.6750,67%
23Lourival de Mello Motta12.8282,32%
53Luiz de Araujo Moraes3.3070,60%
38Luiz Leite e Oiticica5.4230,98%
3Luiz Moreira de Mendonça14.8102,68%
66Luiz Rodrigues de Araújo7110,13%
90Manoel Cajueiro da Silva3420,06%
24Manoel Capitulino de Carvalho12.6442,29%
39Manoel de Barros Loureiro5.4140,98%
86Manoel de Moraes Costa3480,06%
30Manoel Firmino Pinheiro11.8642,15%
4Manoel Joaquim de Mendonça Martins14.2642,58%
29Manoel Laurino Cerqueira11.9542,16%
6Manoel Rodrigues de Mello13.6272,47%
62Manoel Vianna de Vasconcellos2.1990,40%
72Maria José de Carvalho3750,07%
14Maria José Salgado Lages13.4792,44%
12Mario Gomes de Barros13.5182,45%
67Mario Marroquim do Nascimento6610,12%
46Mirian Falcão Lima4.0730,74%
88Octavio Guedes de Mello3470,06%
22Oscar Mauricio da Rocha12.8382,32%
83Oswaldo Velloso Rosa3510,06%
63Paulo Ramalho Pedroza2.0930,38%
35Pedro Pierre da Silva Braga5.9161,07%
54Ramiro Costa Pereira3.3030,60%
76Salustiano Cavalcante de Albuquerque3690,07%
8Serzedello de Barros Correa13.6152,46%
Mostrando 91 de 91. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.