Baxinho de Avila

Foto de Evandro Silveira de Avila
Baxinho de Avila
Evandro Silveira de Avila (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PSD
39 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Carpinteiro, Marceneiro e Assemelhados

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Baxinho de Avila (Evandro Silveira de Avila) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Sul Brasil/SC: 82 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Sul Brasil/SC, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 382 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 382 de outros recursos do partido e R$ 560 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 382, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 382). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 68% com cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

59 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Evandro Silveira de Avila em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 382 em gastos

Baxinho de Avila declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Sul Brasil (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 382 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 382 de outros recursos do partido e R$ 560 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 382, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 382). Em 2016, 68% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 382campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Sul Brasil (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
FEFC 29% · partido 29% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 382
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 382100,0%
2016Vereador, Sul Brasil (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil68,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 78316,5%
  • Serviços de terceirosR$ 55011,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 1262,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 511,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892