- Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil50,3%
- Serviços de terceirosR$ 5009,4%
- Materiais impressosR$ 4207,9%
- Publicidade por adesivosR$ 2254,2%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil28,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Carlos A. Liebgott (Carlos Alberto Liebgott) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Urubici/SC, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 800 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 500) e publicidade por materiais impressos (R$ 420). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 337, 100% com publicidade por materiais impressos.
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Professor Carlos A. Liebgott declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Urubici (SC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 800 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 500). Em 2012, 100% dos R$ 337 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.