- PessoalR$ 322 mil74,0%
- Materiais impressosR$ 73 mil16,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil0,5%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil0,4%
- Outras 4 categoriasR$ 37 mil8,4%
Coronel Adailton (Adailton Florentino do Nascimento) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por GO: 25.610 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por GO pelo SOLIDARIEDADE. Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, indicou R$ 23,9 milhões em 258 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2025, para 92 municípios; 91% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 395 mil em receitas: R$ 283 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 41 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 435 mil, principalmente com pessoal (R$ 322 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 73 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 27 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 148 mil em 2022 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 84 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adailton Florentino do Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Coronel Adailton declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 395 mil em receitas: R$ 283 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 41 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 435 mil, principalmente com pessoal (R$ 322 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 73 mil); R$ 82 mil já foram pagos. Em 2022, 46% dos R$ 148 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 49% dos R$ 84 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, Coronel Adailton indicou R$ 23,9 milhões em 258 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2025, para 92 municípios. Até a coleta na fonte, 91% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Gab. Secretário de Estado da Educação (47%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Anápolis, Goiânia e Goianápolis. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 13,6 milhões em 149 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,3 milhões em 109 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 1,9 milhão | R$ 490 mil | 26% | 14 | 10 |
| 2024 | R$ 11,4 milhões | R$ 11,1 milhões | 97% | 132 | 70 |
| 2023 | R$ 280 mil | R$ 280 mil | 100% | 3 | 3 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 13,6 milhões | R$ 11,9 milhões | 87% | 149 | 75 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Governo de Goias — Portal da Transparencia / SIOFI (Emendas Parlamentares Impositivas), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.