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Dr Silney

Foto de Silney Marcos Beraldo
Dr Silney
Silney Marcos Beraldo (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PODE
57 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Odontólogo
redes informadas ao TSE

Dr Silney (Silney Marcos Beraldo) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual, vice-prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SP: 2.837 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Americana/SP, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 228 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), publicidade por adesivos (R$ 990) e impulsionamento de conteúdos (R$ 600). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 74 mil em 2018 (66% com pessoal) e R$ 4 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

617 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Silney Marcos Beraldo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos

Dr Silney declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Americana (SP) em 2008, 2012 e 2020, deputado federal por São Paulo em 2010, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 228 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 990). Em 2018, 66% dos R$ 74 mil em gastos foram com pessoal; em 2012, 62% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 74 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Americana (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 36% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil75,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 99015,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6009,2%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 84 mil
doações de pessoas
FEFC 23% · Fundo Partidário 10% · pessoas 67%
Gasto contratado
R$ 74 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 49 mil66,2%
  • Materiais impressosR$ 22 mil30,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil1,4%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil1,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 7701,0%
2012Vereador, Americana (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 22% · empresas 77% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil62,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil28,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4039,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 13% · empresas 50% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil44,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil18,9%
  • Despesas postaisR$ 5502,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4001,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil32,6%
2008Vereador, Americana (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 4% · empresas 32% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil41,3%
  • PessoalR$ 2 mil16,5%
  • Materiais impressosR$ 1 mil12,3%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil8,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil21,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.