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Jonas Camelo

Foto de Jonas Camelo de Almeida Neto
Jonas Camelo
Jonas Camelo de Almeida Neto (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
37 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Agricultor
redes informadas ao TSE

Jonas Camelo (Jonas Camêlo de Almeida Neto) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Buíque em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Buíque/PE: 13.563 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Buíque/PE, declarou R$ 54 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 25 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 135 mil em 2012 e R$ 89 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

8.551 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Jonas Camelo de Almeida Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 54 mil em receitas · R$ 74 mil em gastos contratados

Jonas Camelo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Buíque (PE) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 54 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 25 mil). Em 2012, R$ 135 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 89 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 54 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 74 milcontratados
Gastos em 2012R$ 135 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Buíque (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 54 mil
doações de pessoas
FEFC 92% · pessoas 3% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 74 mil
pago: R$ 52 mil (70%)
  • Materiais impressosR$ 31 mil41,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 25 mil33,8%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 11 mil14,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil10,1%
2012Prefeito, Buíque (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 184 mil
15 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 54% · pessoas 32% · empresas 5% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 135 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 32 mil24,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30 mil22,3%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 25 mil18,6%
  • Materiais de expedienteR$ 4190,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 37 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 47 mil34,9%
2008Prefeito, Buíque (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
doações de pessoas
partido 98% · pessoas menos de 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 89 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 29 mil32,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil14,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil13,9%
  • ComíciosR$ 12 mil13,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 300 doados a outros candidatos e partidosR$ 23 mil25,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.