- PessoalR$ 45 mil54,1%
- Materiais impressosR$ 11 mil12,7%
- Serviços de terceirosR$ 7 mil8,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil2,4%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil22,3%
Cris Machado (Cristiane Machado Marques) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada federal por RS, com 724 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputada federal por RS pelo PSOL. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 133 mil em receitas: R$ 128 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com pessoal (R$ 45 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 91% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cristiane Machado Marques em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cris Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio Grande do Sul em 2014 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 133 mil em receitas: R$ 128 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com pessoal (R$ 45 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 15 mil); R$ 83 mil já foram pagos. Em 2014, 91% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.