Alex Bora

Foto de Alex Luis de Souza
Alex Bora
Alex Luis de Souza (nome civil)
6 eleições entre 2008 e 2022 · último partido AVANTE
39 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciário
redes informadas ao TSE

Alex Bora (Alex Luis de Souza) disputou 6 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Parobé em 2020 e 2016; vereador de Parobé em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RS: 2.996 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 78 mil em 2018 (68% com serviços de terceiros) e R$ 4 mil em 2016.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.996 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Alex Luis de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 13 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos

Alex Bora declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Parobé (RS) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil). Em 2018, 68% dos R$ 78 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2016, R$ 4 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 13 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 78 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
sem doações de pessoas
FEFC 92% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 13 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil40,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil30,8%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil12,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8006,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil10,8%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 90 mil
8 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 55% · partido e outras campanhas 24% · pessoas 21%
Gasto contratado
R$ 78 mil
pago: R$ 70 mil (90%)
  • Serviços de terceirosR$ 53 mil67,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil18,0%
  • Materiais impressosR$ 7 mil8,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil3,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil2,3%
2016Vereador, Parobé (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 53% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil37,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil36,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil24,7%
  • Serviços de terceirosR$ 501,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 350,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Parobé (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil56,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 63225,5%
  • Materiais impressosR$ 44518,0%
2008Vereador, Parobé (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 793
doações de pessoas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 2% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 791
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33041,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 15019,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 486,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 202,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 24330,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892