Kurica

Foto de Jose Batista Leitão Filho
Kurica
Jose Batista Leitão Filho (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2022 · último partido PDT
57 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Contador
redes informadas ao TSE
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Kurica (José Batista Leitão Filho) disputou 4 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Dianópolis em 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por TO: 1.233 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por TO, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outras campanhas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 129 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 21 mil), serviços advocatícios (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 20 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 80% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.233 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Jose Batista Leitão Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 132 mil em receitas · R$ 129 mil em gastos

Kurica declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Dianópolis (TO) em 2008, e deputado estadual por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outras campanhas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 129 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 21 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil). Em 2008, 80% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 132 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 129 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 132 mil
sem doações de pessoas
FEFC 64% · partido e outras campanhas 30% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 129 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil16,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 20 mil15,5%
  • Serviços contábeisR$ 20 mil15,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil12,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 52 mil40,5%
2008Vereador, Dianópolis (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 54% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil79,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 401,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 53618,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892