- Serviços de terceirosR$ 60 mil31,4%
- Materiais impressosR$ 54 mil28,5%
- Locação de imóveisR$ 25 mil13,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil7,7%
- PessoalR$ 5 mil2,6%
- Outras 3 categoriasR$ 32 mil16,8%
Marli Ribeiro (Marli Ferreira da Silva) disputou 6 eleições entre 2008 e 2022, para deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: deputada estadual em 2022; vereadora de Paracatu em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por MG: 31.340 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por MG pelo PL. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 66,2 milhões em 323 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 80 municípios; 57% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MG, declarou R$ 680 mil em receitas: R$ 645 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outras campanhas e R$ 20 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 191 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 60 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e serviços contábeis (R$ 27 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 351 mil em 2022 (49% com militância e mobilização de rua) e R$ 31 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marli Ferreira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marli Ribeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereadora em Paracatu (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputada estadual por Minas Gerais em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 680 mil em receitas: R$ 645 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outras campanhas e R$ 20 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 191 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 60 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil); R$ 9 mil já foram pagos. Em 2022, 49% dos R$ 351 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, R$ 31 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Marli Ribeiro indicou R$ 66,2 milhões em 323 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 80 municípios. Até a coleta na fonte, 57% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fundo Estadual de Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Paracatu, Unaí e Arinos.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 26 milhões | R$ 0 | 0% | 114 | 54 |
| 2025 | R$ 22,6 milhões | R$ 20,4 milhões | 90% | 126 | 52 |
| 2024 | R$ 17,7 milhões | R$ 17,2 milhões | 97% | 83 | 51 |
| Total | R$ 66,2 milhões | R$ 37,6 milhões | 57% | 323 | 80 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.