Xuxu Dal Molin

Foto de Ederson Dal Molin
Xuxu Dal Molin
Ederson Dal Molin (nome civil)
9 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PL
51 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Agricultor
Candidato a 2º Suplente · Mato Grosso · Eleições 2026 · PL · nº 222
Deferido
redes informadas ao TSE

Xuxu Dal Molin (Ederson Dal Molin) disputou 8 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, prefeito, deputado federal, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018; vice-prefeito de Sorriso em 2012; vereador de Sorriso em 2004. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MT: 30.542 votos. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por MT pelo PL. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MT, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 410 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 509 mil de doações privadas (48 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 490 mil), pessoal (R$ 144 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 103 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 644 mil em 2020 e R$ 563 mil em 2018.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

15.122 votos em 2022 · 9 eleições

A votação de Ederson Dal Molin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. FederalDep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos contratados

Xuxu Dal Molin declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2014, deputado estadual por Mato Grosso em 2018 e 2022, e prefeito em Sorriso (MT) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 410 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 509 mil de doações privadas (48 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 490 mil) e pessoal (R$ 144 mil). Em 2020, R$ 644 mil em gastos; em 2018, 58% dos R$ 563 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,2 milhãocontratados
Gastos em 2020R$ 644 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42014, 2018, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
48 doadores pessoas físicas
FEFC 9% · Fundo Partidário 40% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 50% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
pago: R$ 1 milhão (85%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 490 mil41,4%
  • PessoalR$ 144 mil12,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 103 mil8,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 100 mil8,4%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 24 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 346 mil29,2%
2020Prefeito, Sorriso (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 662 mil
34 doadores pessoas físicas
pessoas 87% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 644 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 147 mil22,8%
  • Serviços advocatíciosR$ 121 mil18,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 89 mil13,8%
  • PessoalR$ 59 mil9,2%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 228 mil35,4%
2018Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 586 mil
26 doadores pessoas físicas
partido 17% · pessoas 78% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 563 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 326 mil58,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 60 mil10,6%
  • Materiais impressosR$ 51 mil9,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil4,7%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 904 lançados como "diversas a especificar"R$ 100 mil17,8%
Ver a campanha anterior
2014Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 542 mil
24 doadores pessoas físicas
pessoas 38% · empresas 60% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 541 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 236 mil43,7%
  • Materiais impressosR$ 141 mil26,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil7,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 37 mil6,9%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 87 mil16,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892