Inaldo Leitão

Foto de Inaldo Rocha Leitão
Inaldo Leitão
Inaldo Rocha Leitão (nome civil)
5 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PSD
67 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Inaldo Leitão (Inaldo Rocha Leitão) disputou 5 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por PB: 70.734 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por PB, declarou R$ 453 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas, R$ 444 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 303 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 81 mil), publicidade por carros de som (R$ 42 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 37 mil).

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Evolução da votação nas eleições

1.425 votos em 2018 (anulados) · 5 eleições

A votação de Inaldo Rocha Leitão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 453 mil em receitas · R$ 303 mil em gastos contratados

Inaldo Leitão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Paraíba em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 453 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas, R$ 444 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 303 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 81 mil) e publicidade por carros de som (R$ 42 mil).

Gastos em 2006R$ 303 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2006Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 453 mil
doações de pessoas
pessoas 1% · empresas 98% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 303 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 81 mil26,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 42 mil13,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 37 mil12,3%
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil8,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 117 mil38,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1994 e 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892