Amilton Amorim (Amilton Amaro Amorim) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ipiaçu em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Ipiaçu/MG: 1.465 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Ipiaçu/MG, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil), publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 3 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 83% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
1.465 votos em 2016 · 2 eleições
A votação de Amilton Amaro Amorim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados
Amilton Amorim declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ipiaçu (MG) em 2012, e prefeito em Ipiaçu (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e publicidade por carros de som (R$ 3 mil). Em 2012, 83% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 24 milcontratados
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.