Nelson Pezinho

Foto de Nelson Ferreira Ramos
Nelson Pezinho
Nelson Ferreira Ramos (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PSD
71 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Prefeito
redes informadas ao TSE

Nelson Pezinho (Nelson Ferreira Ramos) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Sengés em 2020 e 2016; vice-prefeito de Sengés em 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Sengés/PR: 7.849 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Sengés/PR, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 19 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 16 mil) e serviços advocatícios (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 90 mil em 2016 e R$ 42 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

7.849 votos em 2020 (eleito) · 4 eleições

A votação de Nelson Ferreira Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 88 mil em receitas · R$ 86 mil em gastos

Nelson Pezinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Sengés (PR) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 19 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 16 mil). Em 2016, R$ 90 mil em gastos contratados; em 2012, 53% dos R$ 42 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 88 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 86 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 90 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Sengés (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 88 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 41% · pessoas 45% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 86 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 19 mil22,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 16 mil18,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil17,4%
  • Materiais impressosR$ 11 mil13,3%
  • Outras 14 categoriasR$ 24 mil28,3%
2016Prefeito, Sengés (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 90 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 25% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 90 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 16 mil18,0%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil16,8%
  • Materiais impressosR$ 14 mil15,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil14,4%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar" e R$ 9 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 32 mil34,9%
2012Prefeito, Sengés (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · empresas 66% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23 mil53,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil24,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil3,7%
  • Materiais de expedienteR$ 5411,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil17,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892