Sergio Costa Mão Amiga

Foto de Sergio da Costa
Sergio Costa Mão Amiga
Sergio da Costa (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
50 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sergio Costa Mão Amiga (Sergio da Costa) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Ribeirão Preto/SP: 410 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Ribeirão Preto/SP, declarou R$ 272 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 272, principalmente com serviços advocatícios (R$ 250) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 22). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 440, 86% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

191 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Sergio da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 272 em receitas · R$ 272 em gastos

Sergio Costa Mão Amiga declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2018, e vereador em Ribeirão Preto (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 272 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 272, principalmente com serviços advocatícios (R$ 250) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 22). Em 2018, 86% dos R$ 440 em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 272campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 272campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 440campanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Recursos próprios
2020Vereador, Ribeirão Preto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 272
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 272
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 25091,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 228,1%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 450
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 440
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 38086,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 6013,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Sergio da Costa (Sergio Costa Mão Amiga): candidaturas e votos · Radar do Voto