Darci

Foto de Darci José Lima da Rosa
Darci
Darci José Lima da Rosa (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PSD
65 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE

Darci (Darci José Lima da Rosa) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, deputado federal e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Glorinha em 2016, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Glorinha/RS: 2.851 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RS, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e pré-instalação física de comitê de campanha (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 59 mil em 2020 e R$ 77 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.179 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Darci José Lima da Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 21 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Darci declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Glorinha (RS) em 2016 e 2020, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2020, R$ 59 mil em gastos; em 2016, R$ 77 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 59 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
sem doações de pessoas
FEFC 71% · partido 29%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil47,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil20,1%
  • Pré-instalação física de comitê de campanhaR$ 1 mil12,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil10,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil10,5%
2020Prefeito, Glorinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 63 mil
13 doadores pessoas físicas
FEFC 26% · partido 1% · pessoas 65% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 59 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 17 mil29,4%
  • Materiais impressosR$ 13 mil21,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil10,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil8,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 247 lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil30,2%
2016Prefeito, Glorinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 77 mil
8 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 39% · partido menos de 1% · pessoas 56% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 77 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil35,1%
  • PessoalR$ 21 mil26,8%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 8 mil10,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil6,2%
  • Outras 10 categoriasR$ 17 mil21,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892