Edivaldo Tatá

Foto de Edivaldo da Mota Silva
Edivaldo Tatá
Edivaldo da Mota Silva (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PP
44 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edivaldo Tatá (Edivaldo da Mota Silva) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Belo Horizonte/MG: 378 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 987 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 387). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 360 em 2018 (99% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

229 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Edivaldo da Mota Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Edivaldo Tatá declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 987 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 387). Em 2018, 99% dos R$ 360 em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 4 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 360campanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil82,3%
  • Materiais impressosR$ 38717,7%
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 360
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 360
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 35598,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 51,4%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 31% · pessoas 25% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil25,0%
  • Serviços de terceirosR$ 88022,0%
  • Materiais impressosR$ 74318,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 59014,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 353 lançados como "diversas a especificar"R$ 79519,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892