Luis Antonio da Costa Ramos

Foto de Luis Antonio da Costa Ramos
Luis Antonio da Costa Ramos
4 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PSD
50 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Luiz Ramos Filho (Luis Antonio da Costa Ramos) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Rio de Janeiro em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2024, para vereador em Rio de Janeiro/RJ: 20.237 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RJ pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 35 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e locação de imóveis (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 453 mil em 2024 (49% com militância e mobilização de rua) e R$ 246 mil em 2020.

Vereador · 2024
20.237
votos · Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

20.237 votos em 2024 (eleito) · 4 eleições · 2026 em disputa

A votação de Luis Antonio da Costa Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 66 mil em receitas · R$ 76 mil em gastos contratados

Luiz Ramos Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil); R$ 5 mil já foram pagos. Em 2024, 49% dos R$ 453 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, 47% dos R$ 246 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 66 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 76 milcontratados, parcial; R$ 5 mil pagos
Gastos em 2024R$ 453 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42016, 2020, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
sem doações de pessoas
FEFC 76% · partido 9% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 76 mil
pago até agora: R$ 5 mil (7%)
  • Materiais impressosR$ 18 mil24,2%
  • Locação de imóveisR$ 11 mil14,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil7,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil6,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 36 mil47,2%
2024Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 494 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 89% · pessoas 11% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 453 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 220 mil48,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 80 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 48 mil10,5%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil3,3%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil2,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 30 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 81 mil17,9%
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 303 mil
49 doadores pessoas físicas
FEFC menos de 1% · pessoas 80% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 246 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 115 mil46,7%
  • Materiais impressosR$ 23 mil9,3%
  • Locação de imóveisR$ 19 mil7,8%
  • PessoalR$ 12 mil4,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil2,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 71 mil28,8%
Ver a campanha anterior
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 337 mil
37 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 45% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 23% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 337 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 145 mil43,1%
  • Materiais impressosR$ 47 mil13,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 28 mil8,3%
  • Locação de imóveisR$ 11 mil3,1%
  • Materiais impressosR$ 6 mil1,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 100 mil29,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Luiz Ramos Filho (PSD): Deputado Estadual por RJ em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto