Tina Colares

Foto de Cristina Colares Pereira
Tina Colares
Cristina Colares Pereira (nome civil)
2 eleições entre 2020 e 2024 · PV
61 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tina Colares (Cristina Colares Pereira) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereadora em Canoas/RS: 467 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Canoas/RS, declarou R$ 65 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 27 mil), serviços de terceiros (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 2 mil, 84% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

409 votos em 2024 · 2 eleições

A votação de Cristina Colares Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 65 mil em receitas · R$ 60 mil em gastos

Tina Colares declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Canoas (RS) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 65 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 27 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Em 2020, 84% dos R$ 2 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2024R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 60 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2024Vereadora, Canoas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 60 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 27 mil45,2%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil16,7%
  • Materiais impressosR$ 7 mil12,3%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil8,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 11 mil17,5%
2020Vereadora, Canoas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · partido e outras campanhas 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil83,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20010,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 573,0%
  • Materiais impressosR$ 472,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892