Daniel Amorim Gomes

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Daniel Amorim Gomes
3 eleições entre 2020 e 2026 · PDT
38 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
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Professor Daniel Gomes (Daniel Amorim Gomes) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Patos de Minas em 2020. A maior votação foi em 2024, para vereador em Patos de Minas/MG: 1.295 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por MG pelo PDT. Na campanha de 2024 para vereador em Patos de Minas/MG, declarou R$ 5 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 860). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 8 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.295 votos em 2024 · 3 eleições · 2026 em disputa

A votação de Daniel Amorim Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Professor Daniel Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Patos de Minas (MG) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 5 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Em 2020, R$ 8 mil em gastos.

Receitas em 2024R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Patos de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil33,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil23,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 86015,9%
  • Materiais de expedienteR$ 73513,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 75213,9%
2020Vereador, Patos de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
pessoas 68% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 8 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil38,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil28,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 90011,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 7169,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 96012,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2020 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Professor Daniel Gomes (PDT): 1º Suplente por MG em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto