- Materiais impressosR$ 13 mil57,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil38,9%
- Outras 1 categoriainclui R$ 806 lançados como "diversas a especificar"R$ 8063,6%

Dr. Astrid (Astrid Maria da Cunha e Silva) disputou 4 eleições entre 1996 e 2012, para prefeita e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Vizeu em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeita em Vizeu/PA: 9.798 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Vizeu/PA, declarou R$ 19 mil em receitas, de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 18 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Astrid Maria da Cunha e Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Astrid declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Pará em 2006, e prefeita em Vizeu (PA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 19 mil em receitas, de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil). Em 2006, R$ 18 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.