- Cessão ou locação de veículosR$ 72040,4%
- Serviços de terceirosR$ 40022,4%
- Publicidade por adesivosR$ 28315,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 20011,2%
- Outras 1 categoriaR$ 18010,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adriano Varela disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Sombrio/SC, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 353 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 310 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 720), serviços de terceiros (R$ 400) e publicidade por adesivos (R$ 283). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 700, 100% com materiais de expediente.
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Adriano Varela declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Sombrio (SC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 353 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 310 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 720) e serviços de terceiros (R$ 400). Em 2012, 100% dos R$ 700 em gastos contratados foram com materiais de expediente.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.