Hermes

Foto de Hermes Deeke
Hermes
Hermes Deeke (nome civil)
2 eleições entre 2014 e 2018 · último partido PODE
49 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Hermes (Hermes Deeke) disputou 2 eleições entre 2014 e 2018, para deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RR: 3.903 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por RR, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 22 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 880). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 149 mil.

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Evolução da votação nas eleições

996 votos em 2018 (anulados) · 2 eleições

A votação de Hermes Deeke em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 27 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Hermes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Roraima em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 22 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil). Em 2014, R$ 149 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 149 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, RoraimaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
doações de pessoas
FEFC 6% · partido 81% · pessoas 12%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 11 mil55,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil40,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8804,4%
2014Deputado federal, RoraimaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150 mil
4 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 42% · empresas 27% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 149 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 59 mil39,2%
  • Materiais impressosR$ 45 mil30,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil13,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil12,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil4,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892