Machine

Foto de José Carlos Faria Caetano
Machine
José Carlos Faria Caetano (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSDC
60 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Auxiliar de Escritório e Assemelhados
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Machine (José Carlos Faria Caetano) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Rio de Janeiro/RJ: 540 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 34 mil em receitas, de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 19 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 390.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

540 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições

A votação de José Carlos Faria Caetano em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 34 mil em receitas · R$ 34 mil em gastos contratados

Machine declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São João de Meriti (RJ) em 2008, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 34 mil em receitas, de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 19 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil). Em 2008, R$ 390 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 34 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 34 milcontratados
Gastos em 2008R$ 390contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
21 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 19 mil57,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil29,9%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil11,4%
  • Materiais impressosR$ 2500,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 2830,8%
2008Vereador, São João de Meriti (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 390
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 390
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 390100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892