Catalina

Foto de Catalina del Valle Rangel de Lemos
Catalina
Catalina del Valle Rangel de Lemos (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2016 · PT
65 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Catalina (Catalina del Valle Rangel de Lemos) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereadora em Medianeira/PR: 182 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Medianeira/PR, declarou R$ 501 em receitas: R$ 386 de outras campanhas e R$ 115 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 177) e publicidade por adesivos (R$ 160). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 44% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

16 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Catalina del Valle Rangel de Lemos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 501 em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Catalina declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Medianeira (PR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 501 em receitas: R$ 386 de outras campanhas e R$ 115 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 177). Em 2012, 44% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2016R$ 501campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Medianeira (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 501
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 77% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil71,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17710,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 1609,1%
  • Materiais impressosR$ 945,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 704,0%
2012Vereadora, Medianeira (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 67% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil44,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil18,0%
  • Materiais impressosR$ 88616,0%
  • Publicidade por telemarketingR$ 87515,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 3506,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892