Dr Carlos Henrique

Foto de Carlos Henrique Pinheiro da Silva
Dr Carlos Henrique
Carlos Henrique Pinheiro da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PDT
42 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Dr Carlos Henrique (Carlos Henrique Pinheiro da Silva) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Paraipaba/CE, declarou R$ 2 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 100) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 5). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 50% com produção de jingles, vinhetas e slogans.

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Evolução da votação nas eleições

62 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Carlos Henrique Pinheiro da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Dr Carlos Henrique declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Luís do Curu (CE) em 2008, e vereador em Paraipaba (CE) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 100). Em 2008, 50% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com produção de jingles, vinhetas e slogans.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Recursos próprios
2016Vereador, Paraipaba (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil95,0%
  • Materiais impressosR$ 1004,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 50,2%
2008Vereador, São Luís do Curu (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil50,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 74037,0%
  • Materiais impressosR$ 1608,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1005,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892