Lilian da Saúde

Foto de Lilian Siclene Peiker Brod
Lilian da Saúde
Lilian Siclene Peiker Brod (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2024 · último partido PSD
45 anos em 2024 · Feminino · Superior incompleto
Técnico de Enfermagem e Assemelhados (exceto Enfermeiro)
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lilian da Saúde (Lilian Siclene Peiker Brod) disputou 3 eleições entre 2008 e 2024, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereadora em Agrolândia/SC: 42 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Agrolândia/SC, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 200 em 2020 (50% com serviços advocatícios) e R$ 808 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

42 votos em 2024 · 3 eleições

A votação de Lilian Siclene Peiker Brod em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 2 mil em receitas

Lilian da Saúde declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Trombudo Central (SC) em 2008, e vereadora em Agrolândia (SC) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Em 2020, 50% dos R$ 200 em gastos foram com serviços advocatícios; em 2008, 57% dos R$ 808 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2024R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 200campanha encerrada; tudo pago
Campanhas32008, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereadora, Agrolândia (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereadora, Agrolândia (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 200
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 10050,0%
  • Serviços contábeisR$ 10050,0%
2008Vereadora, Trombudo Central (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 808
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 808
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 46357,3%
  • Materiais impressosR$ 17822,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 475,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 12014,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892