Coletivo José Dilson

Foto de José Dilson das Chagas
Coletivo José Dilson
José Dilson das Chagas (nome civil)
2 eleições entre 2020 e 2022 · PSB
52 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Leiloeiro, Avaliador e Assemelhados
redes informadas ao TSE
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Coletivo José Dilson (José Dilson das Chagas) disputou 2 eleições entre 2020 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereador em São Paulo/SP: 1.326 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SP, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 28 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com pessoal (R$ 20 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 945). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 39 mil, 67% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

656 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de José Dilson das Chagas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 31 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos

Coletivo José Dilson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 28 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com pessoal (R$ 20 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2020, 67% dos R$ 39 mil em gastos foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 31 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 23 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 39 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
sem doações de pessoas
FEFC 90% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 23 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 20 mil86,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil9,1%
  • Materiais impressosR$ 9454,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 1600,7%
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 38% · pessoas 62%
Gasto contratado
R$ 39 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 26 mil67,4%
  • Materiais impressosR$ 11 mil29,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil2,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 820,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 32menos de 0,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892