- Materiais impressosR$ 305 mil57,4%
- Transporte ou deslocamentoR$ 21 mil4,0%
- Locação de imóveisR$ 15 mil2,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil2,5%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 140 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 177 mil33,3%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Liziane Bayer (Liziane Bayer da Costa) disputou 3 eleições entre 2014 e 2022, para 1º suplente, deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 3 vezes: 1º suplente em 2022; deputada federal em 2018; deputada estadual em 2014. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por RS: 52.977 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 82,7 milhões empenhados em 50 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 100 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputada federal por RS, declarou R$ 529 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 720 do Fundo Partidário e R$ 29 mil de doações privadas (20 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 532 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 305 mil), transporte ou deslocamento (R$ 21 mil) e locação de imóveis (R$ 15 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 40 mil, 49% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Liziane Bayer da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Liziane Bayer declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2014, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 529 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 720 do Fundo Partidário e R$ 29 mil de doações privadas (20 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 532 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 305 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 21 mil). Em 2014, 49% dos R$ 40 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Liziane Bayer teve R$ 82,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 50 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 100 municípios. Já foram pagos R$ 78,2 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Porto Alegre, São Pedro do Sul e Santo Antônio do Palma.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 99% | 7 | 56 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 17,7 milhões | 96% | 6 | 39 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 14,1 milhões | 87% | 19 | 29 |
| 2020 | R$ 15,9 milhões | R$ 13,9 milhões | 87% | 18 | 13 |
| Total | R$ 82,7 milhões | R$ 77,7 milhões | 94% | 50 | 100 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.